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Complicações na gravidez: 5 sinais que não devem ser ignorados

Entenda quais são os principais sinais de alerta que exigem avaliação médica imediata

19 fev 2026 - 15h20
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A gravidez é um processo fisiológico natural. No entanto, mudanças intensas acontecem no corpo da mulher ao longo da gestação.

Ficar atento aos sinais de alerta durante a gravidez pode ajudar a prevenir problemas mais graves
Ficar atento aos sinais de alerta durante a gravidez pode ajudar a prevenir problemas mais graves
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

É comum sentir náuseas, cansaço, inchaço leve e alterações de humor. Esses sintomas, na maioria dos casos, fazem parte do processo. Mas existem sinais que não devem ser ignorados.

Algumas complicações na gravidez podem evoluir rapidamente e colocar em risco a saúde da mãe e do bebê. Por isso, reconhecer sintomas de alerta é fundamental.

A informação correta ajuda a agir no momento certo. Ainda assim, nenhum conteúdo substitui a avaliação do obstetra e o acompanhamento regular do pré-natal.

Quando um sintoma na gravidez deve preocupar?

Nem todo desconforto indica um problema. O que diferencia um sintoma comum de um sinal de alerta é, principalmente:

  • Intensidade.

  • Persistência.

  • Associação com outros sintomas.

  • Mudança súbita no padrão habitual da gestante.

Dor leve e passageira pode ser esperada. Já dor intensa e contínua precisa ser investigada.

Inchaço leve nas pernas ao final do dia pode ser normal. Mas quando ocorre de forma repentina no rosto e nas mãos exige atenção.

Durante a gravidez, qualquer dúvida deve ser discutida com o profissional de saúde que acompanha o pré-natal.

5 sinais de complicações na gravidez que não devem ser ignorados

1. Sangramento vaginal

Sangramento não é considerado normal em nenhuma fase da gravidez.

No início da gestação, pode estar associado a ameaça de aborto ou gravidez ectópica. 

No segundo ou terceiro trimestre, pode indicar placenta prévia ou descolamento prematuro de placenta.

Mesmo que seja em pequena quantidade e sem dor, o sangramento deve ser avaliado com urgência.

2. Dor abdominal intensa ou persistente

Cólicas leves podem ocorrer, especialmente no início da gravidez, devido às mudanças no útero.

Porém, dor forte, contínua ou que piora com o tempo não deve ser ignorada.

Se vier acompanhada de sangramento, febre, tontura ou mal-estar, a necessidade de avaliação médica é ainda mais urgente.

Dor abdominal intensa pode estar relacionada a infecções, alterações na placenta ou trabalho de parto prematuro.

3. Inchaço súbito no rosto e nas mãos com dor de cabeça

Inchaço leve nas pernas é comum na gravidez. Já o inchaço repentino no rosto, nas mãos ou ao redor dos olhos pode ser um sinal de alerta.

Quando esse sintoma vem acompanhado de dor de cabeça forte, alterações na visão ou pressão arterial elevada, pode indicar pré-eclâmpsia.

Esta é uma complicação caracterizada pelo aumento da pressão arterial após a 20ª semana de gestação e requer acompanhamento imediato.

O diagnóstico precoce reduz riscos e melhora o desfecho para mãe e bebê.

4. Diminuição ou ausência dos movimentos do bebê

Após determinado período da gravidez, a gestante passa a perceber os movimentos fetais com regularidade.

A redução significativa ou ausência desses movimentos pode indicar sofrimento fetal.

Cada bebê tem um padrão próprio de movimentação. Mudanças perceptíveis nesse padrão devem ser comunicadas ao médico.

Em caso de dúvida, o ideal é procurar atendimento para avaliação.

5. Febre persistente ou sinais de infecção

Febre não é um sintoma esperado durante a gravidez.

Temperatura elevada pode indicar infecções urinárias, respiratórias ou outras condições que precisam de tratamento.

Infecções não tratadas podem aumentar o risco de complicações, como parto prematuro.

Gestantes não devem se automedicar. O uso de medicamentos deve ser sempre orientado por um profissional de saúde.

A importância do pré-natal na prevenção de complicações

O pré-natal é a principal estratégia para reduzir riscos durante a gravidez.

Consultas regulares permitem:

  • Monitorar a pressão arterial.

  • Avaliar o crescimento do bebê.

  • Detectar alterações laboratoriais.

  • Identificar sinais precoces de complicações.

Exames de rotina e acompanhamento contínuo ajudam no diagnóstico precoce de condições como diabetes gestacional e hipertensão.

Quanto mais cedo uma alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento eficaz.

O que fazer ao perceber um sinal de alerta?

Ao notar qualquer um dos sintomas descritos, não espere o sintoma desaparecer sozinho, não se automedique e procure orientação médica ou atendimento de urgência imediatamente.

A gravidez exige atenção, mas não deve ser vivida com medo. Informação de qualidade e acompanhamento adequado são as melhores formas de proteção.

Agir rapidamente pode evitar complicações mais graves.

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