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Inteligência Artificial diagnostica tipo de tumor cerebral durante cirurgia; entenda nova ferramenta

Método poderá ajudar cirurgiões a serem mais rápidos e precisos na mesa de operação

17 out 2023 - 05h00
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Nova tecnologia de IA diagnostica tumor cerebral durante a cirurgia
Nova tecnologia de IA diagnostica tumor cerebral durante a cirurgia
Foto: haydenbird

A revista Nature publicou na semana passada estudos que avaliam uma nova ferramenta de Inteligência Artificial (IA) ajuda cirurgiões a diagnosticar qual o tipo do tumor cerebral ainda na mesa de operação. Este método pode ser essencial para o médico entender com qual agressividade deve operar.

Segundo o estudo, um computador é utilizado para escanear os segmentos do DNA do tumor e descobrir qual o tipo (e até mesmo o subtipo) do subtipo. O diagnóstico é gerado durante os estágios iniciais da cirurgia. “É imperativo que o subtipo do tumor seja conhecido no momento da cirurgia”, disse Jeroen de Ridder, professor associado do Centro de Medicina Molecular do UMC Utrecht, um hospital holandês, que ajudou a liderar o estudo, ao jornal The New York Times.

A ferramenta se chama Sturgeon e foi testada pela primeira vez em amostras congeladas de tumores. Ela diagnosticou com precisão 45 dos 50 casos em cerca de 40 minutos após o início do sequenciamento genético. Nos outros cinco exemplos, o método não chegou a um diagnóstico por falta de informações.

Passada essa primeira fase de testes, o sistema foi utilizado em 25 cirurgias cerebrais ao vivo, sendo a maior parte delas realizadas em crianças, junto com o método padrão de exames. Em menos de 90 minutos, a tecnologia fez 18 diagnósticos corretos e não atingiu o limiar de confiança necessário nos outros sete casos.

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De acordo com os cientistas, porém, a tecnologia ainda enfrenta alguns problemas. As amostras colhidas durante as operações têm aproximadamente o tamanho de um grão de milho e, caso a amostra também contenha algum tecido saudável, o novo sistema não conseguirá realizar o diagnóstico.

Além disso, também pode haver diferenças nas células tumorais de um único paciente, e alguns tumores menos comuns podem não corresponder àqueles que foram previamente classificados.

Este novo método faz parte de um amplo movimento tecnológico que busca trazer precisão molecular para o diagnóstico de tumores.

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Fonte: Redação Terra Você
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