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Aroma de pipoca pode aumentar risco de Alzheimer, diz estudo

9 ago 2012
12h12
atualizado às 13h58
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Pipoca agora vem com um alerta de saúde. Segundo nova pesquisa divulgada pelo jornal The Sun, o diacetil, composto que dá sabor à pipoca já embalada, pode aumentar o risco de Alzheimer. O estudo se focou em pipocas de micro-ondas e fábricas de aromatizantes alimentares, onde a exposição ao produto químico era maior.

O aromatizador presente nas pipocas de micro-ondas é o responsável pelo problema
O aromatizador presente nas pipocas de micro-ondas é o responsável pelo problema
Foto: Getty Images

O aumento do risco da doença ocorre porque o aromatizador artificial estimula o acúmulo das proteínas beta-amilóides no cérebro. De acordo com resultados publicados na revista Chemical Research in Toxicology, esse processo de aglutinação é um marco para a doença. No entanto, pesquisadores da Sociedade Americana de Química insistem que os consumidores moderados não devem se preocupar.

Enquanto isso, um promissor medicamento que parecia ter feito progressos no tratamento do problema de falta de memória foi abandonado. Pfizer Inc e Johnson & Johnson encerraram os estudos sobre o remédio experimental, Bapineuzumab, após ele ter falhado nas duas fases finais de testes. Se bem sucedido, ele teria sido o primeiro medicamento para combater essa doença cerebral, que é a forma mais comum de demência que já afeta cerca de 36 milhões de pessoas ao redor do mundo.

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Fonte: Terra
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