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Anvisa aprova uso da semaglutida para redução do risco cardiovascular

Segundo a agência, o uso ampliado está amparado em estudos que garantem a segurança dos pacientes

2 fev 2026 - 17h15
(atualizado às 17h53)
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Resumo
Anvisa aprova o uso da semaglutida para reduzir o risco cardiovascular e amplia indicações do tezepelumabe para tratar rinossinusite crônica grave com pólipo nasal.
Anvisa aprova uso da semaglutida para redução do risco cardiovascular
Anvisa aprova uso da semaglutida para redução do risco cardiovascular
Foto: Michael Siluk/UCG/Universal Images Group / Getty Images

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira, 2, o uso da semaglutida para a redução do risco de eventos cardiovasculares. O produto já era utilizado no Brasil para o controle do diabetes mellitus tipo 2.

Segundo a agência, um estudo apresentado indicou que, quando associada a uma dieta hipocalórica e ao aumento da atividade física, a substância, comercializada como Wegovy, reduziu significativamente a ocorrência de eventos cardiovasculares adversos maiores, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

No caso do Ozempic, que também tem a semaglutida como princípio ativo e é produzido pelo mesmo fabricante, o medicamento também poderá ser utilizado no tratamento de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica.

“De acordo com o estudo apresentado pelo fabricante, o uso do medicamento, em conjunto com a terapia padrão da doença, reduziu de maneira relevante a progressão da insuficiência renal e as mortes causadas por eventos cardiovasculares adversos maiores”, explicou a agência.

Novas indicações para tezepelumabe

A Anvisa também aprovou novas indicações para o tezepelumabe (Tezspire). Usado originalmente para o tratamento da asma grave em pacientes com 12 anos ou mais, o medicamento teve sua atuação ampliada para o tratamento complementar da rinossinusite crônica grave com pólipo nasal em adultos.

No entanto, segundo a agência, a administração é indicada apenas para pacientes que falharam em tratamentos prévios ou que são intolerantes ou têm contraindicação ao uso de corticosteroides sistêmicos ou à cirurgia.

Fonte: Portal Terra
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