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Fernanda Lima fala sobre quebra de tabus na menopausa: 'Lubrificante faz parte da nécessaire'

Apresentadora afirma que o produto passou a fazer parte de sua rotina íntima para lidar com sintomas do período

2 fev 2026 - 17h40
(atualizado às 18h04)
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Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima
Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima
Foto: Reprodução | Instagram

A experiência da menopausa ainda é cercada por silêncios e estigma. Foi a partir dessa necessidade de ampliar o debate que Fernanda Lima voltou ao tema em um novo episódio de seu podcast, em que relatou sua experiência com a menopausa, sua libido, outros sintomas e como encontrou mais conforto.

Durante o programa terapiRa, a apresentadora refletiu sobre a atenção desproporcional que recebeu ao falar da queda de libido durante a menopausa, especialmente por envolver seu relacionamento com Rodrigo Hilbert. Segundo ela, esse recorte acabou sendo mais comentado, embora tenha enfrentado outros sintomas mais intensos.

"Eu vi a minha voz se ampliar nesse assunto muito mais quando falei que não tinha vontade de transar com o Rodrigo".

Fernanda contou que ouviu reações de espanto e julgamento, enquanto outros efeitos da menopausa acabaram ficando em segundo plano no debate público. "Mas todos os outros sintomas que tive que são muito piores que falta de libido não foram exatamente levados em conta pela mídia toda. As mulheres, claro, estão ligadas, juntas, se olhando e se entendendo, mas não foi [tão divulgado]".

Ao longo do episódio, a apresentadora reforçou a importância de reconhecer os sinais do corpo e não minimizar os impactos da menopausa, defendendo que informação e troca são fundamentais.

Com o tempo, segundo ela, foi possível compreender melhor seus próprios limites e aprender estratégias para lidar com os sintomas. 

"É como se eu tivesse meio que aprendido a lidar, não é que parou totalmente os sintomas. Óbvio que irritabilidade, insônia de não conseguir dormir, a falta de libido, uma série de coisas [seguem presentes]. Agora, eu tenho libido, mas eu uso lubrificante, porque vai ajudar e vai ser melhor. Só que não era uma coisa que fazia parte da minha nécessaire, e hoje em dia faz parte da minha nécessaire".

A fala também abriu espaço para questionar tabus históricos ligados ao prazer feminino e ao uso de produtos associados à sexualidade das mulheres.

"Por muito tempo, diziam que era um mercado para homens gays. Que bom que a gente vai pisando nesses tabus todos, e de repente [podemos dizer]: 'Nossa, eu amo lubrificante'". Fernanda destacou que não existe uma vivência única da menopausa e incentivou outras mulheres a buscarem apoio.

"É muito individual, muito particular, mas que as mulheres consigam achar uma médica [...], tentar conversar, conversar com as amigas, trocar com os familiares. Vai atrás".

Fonte: Portal Terra
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