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Renata Capucci mostra rotina de exercícios após diagnóstico de Parkinson

Jornalista compartilha sessões de tratamento e destaca desafios

28 mar 2026 - 19h05
(atualizado às 20h33)
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Jornalista recebeu o diagnóstico em 2022
Jornalista recebeu o diagnóstico em 2022
Foto: Reprodução/@renatacapucciofficial/Instagram

A jornalista Renata Capucci compartilhou um pouco da sua rotina com o diagnóstico de Doença de Parkinson, descoberto em 2022. Em vídeos publicados nas redes sociais, ela mostrou parte do acompanhamento terapêutico e exercícios voltados à coordenação motora e cognição.

A jornalista aparece acompanhada por uma médica enquanto realiza a série de exercícios. Em um dos vídeos, utiliza um equipamento preso à cabeça e conectado a um cinto durante um exercício. "Neuromodulação. Desafio feito é desafio aceito!", escreveu.

Em outra atividade, ela trabalha equilíbrio e coordenação ao mesmo tempo em que executa estímulos mentais. "Equilíbrio no balanço, passando a bola, levantando os braços e fazendo exercícios cognitivos, buscando lá na memória vintage".

Os desafios continuam em exercícios mais delicados. Em uma das gravações, Capucci tenta pegar pequenos cubos de madeira com o auxílio de dois palitos, semelhantes a hashis. 

Capucci contou que percebeu os primeiros sinais da doença ao notar lentidão na perna esquerda e movimentos involuntários no braço. Desde então, tem dividido com o público detalhes do tratamento e da adaptação à nova rotina.

De acordo com o Ministério da Saúde, a Doença de Parkinson é uma condição neurológica que afeta principalmente os movimentos. Entre os sintomas mais comuns estão tremores, rigidez muscular, lentidão e dificuldades de equilíbrio, além de possíveis alterações na fala e na escrita.

A doença ocorre devido à degeneração de células responsáveis pela produção de dopamina, substância essencial para a comunicação entre neurônios que controlam os movimentos do corpo. Com a redução desse neurotransmissor, surgem os sinais característicos.

O diagnóstico é clínico, baseado na avaliação médica e no histórico do paciente. Não há exames específicos que confirmem a doença de forma isolada.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, os sintomas tendem a evoluir de forma gradual, podendo variar bastante entre os pacientes. A lentidão dos movimentos costuma ser um dos principais impactos no dia a dia, afetando tarefas simples.

Embora não tenha cura, o tratamento busca controlar os sintomas e retardar a progressão da doença. Ele pode incluir medicamentos, fisioterapia, terapia ocupacional e, em alguns casos, intervenções cirúrgicas.

Fonte: Portal Terra
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