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Pela primeira vez na História, Brasil tem mais médicas do que médicos

No momento, as mulheres representam 50,9% dos médicos atuantes, porém, a previsão é que, até o final deste ano, elas passem a ser ainda em maior número

19 mai 2025 - 16h51
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Pela primeira vez, na História da medicina do Brasil, hoje, as mulheres fazem parte da maioria entre os médicos, segundo o estudo do 'Demografia Médica 2025'. Saiba mais detalhes:

No momento, as mulheres representam 50,9% dos médicos atuantes, porém, a previsão é que, até o final de 2025, passem a ser ainda mais
No momento, as mulheres representam 50,9% dos médicos atuantes, porém, a previsão é que, até o final de 2025, passem a ser ainda mais
Foto: depositphotos.com / IgorVetushko / Bons Fluidos

Mulheres são maioria entre médicos

No momento, as mulheres representam 50,9% dos médicos atuantes, porém, a previsão é que, até o final deste ano, elas passem a ser ainda em maior número, já que o total será de 635.706 pessoas em atividade na área. A título de comparação, em 2009, elas faziam parte de 40,5%; já em 2024, correspondia a 49,3%. E tudo indica que, até 2035, o número será 55,7%.

Onde elas estão?

Do total, as mulheres estão, em maior parte, na dermatologia (80,6%) e na pediatria (76,8%), sendo que em 2024, médicos em geral atuavam, em sua maioria, como generalistas (40,9%). Já os homens estão ocupando as áreas de urologia (96,5%) e ortopedia (92%).

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Crianças estão desenhando mais mulheres cientistas; veja estudo

Não é segredo para ninguém que os direitos da mulher cresceram ao longo dos anos, assim como sua representatividade em áreas que são encaradas como masculinas. E isso também aconteceu no âmbito da ciência. Sendo assim, um estudo analisou desenhos de crianças ao longo de cinco décadas e comprovou que elas passaram a reconhecer o lado da cientista feminina. Saiba mais:

A pesquisa e publicação no jornal Child Development reuniu estudantes de cinco a dezoito anos que fizeram, aproximadamente, 20.860 desenhos que representavam cientistas. Dessa forma, descobriram que, entre 1960 e 1970, apenas 1% dos pequenos criavam mulheres no papel. Porém, este percentual aumentou para 34% até chegar em 2016. E quando o assunto envolve as meninas, o mesmo se repete, pois a porcentagem inicial é igual nas primeiras duas décadas, mas na década que se passou, mais da metade das alunas usou as mulheres como símbolo da ciência.  e leia a matéria completa.

Bons Fluidos
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