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O guia da proteína: as melhores fontes além do frango

Variar as fontes de proteína melhora a absorção, evita a monotonia e ajuda a manter a dieta no longo prazo

6 fev 2026 - 12h08
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É barato e funciona.

Dá para bater proteína sem viver de frango. Veja opções práticas, acessíveis e nutritivas
Dá para bater proteína sem viver de frango. Veja opções práticas, acessíveis e nutritivas
Foto: Shutterstock / Sport Life

Mas comer sempre a mesma coisa cansa. E a monotonia é uma das maiores inimigas da constância alimentar.

Quando a dieta fica repetitiva, a chance de desistir aumenta. Além disso, variar fontes de proteína melhora a qualidade nutricional.

Aqui entra um conceito importante: biodisponibilidade. É a facilidade com que o corpo absorve e utiliza a proteína.

Nem toda proteína age igual no organismo. E diversificar é estratégia.

Alternativas animais: o poder do mar e da terra

Proteínas de origem animal costumam ter alto valor biológico. Ou seja, fornecem todos os aminoácidos essenciais.

Confira também: "Banho de Gelo: Vale a pena fazer a recuperação em casa?".

Ovos: a proteína de referência

O ovo é considerado padrão ouro. Simples, acessível e extremamente completo.

Benefícios claros:

  • Alto valor biológico.

  • Fácil digestão.

  • Versátil no preparo.

  • Excelente custo-benefício.

Pode ser usado no café da manhã, almoço ou jantar e combina com quase tudo.

Confira também: "Relógio inteligente: ainda compensa para medir saúde?".

Peixes: leveza e praticidade

Peixes são proteínas fáceis de digerir. Ideais para quem treina e busca recuperação muscular.

Atum e tilápia se destacam:

  • Pouca gordura.

  • Boa quantidade de proteína.

  • Sensação de refeição leve.

O atum enlatado ainda oferece conveniência extrema. Ótima opção para dias corridos.

Carnes vermelhas magras: força e micronutrientes

A carne vermelha não precisa ser vilã. Desde que o corte seja certo.

Cortes como patinho e maminha são aliados:

  • Ricos em proteína.

  • Fonte natural de ferro.

  • Contêm creatina, importante para força e desempenho.

Consumidas com moderação, ajudam na performance. Especialmente em treinos de força.

Laticínios estratégicos: proteína com praticidade

Alguns laticínios concentram proteína. Com poucas calorias.

Boas escolhas:

  • Iogurte grego natural.

  • Queijo cottage.

Eles ajudam:

  • Na saciedade.

  • Na recuperação muscular.

  • Em lanches rápidos.

Funciona bem no pré ou pós-treino e também antes de dormir.

A força dos vegetais: sim, eles têm proteína

Proteína vegetal existe e funciona muito bem quando combinada corretamente.

Além disso, vem acompanhada de fibras. O que melhora a saciedade e o controle glicêmico.

Leguminosas: base da proteína vegetal

Feijão, lentilha e grão-de-bico são clássicos. E continuam atuais.

Eles fornecem boa quantidade de proteína, mas não são completos sozinhos.

A solução está na combinação.

Quando associados a cereais, como arroz ou quinoa, formam um perfil completo de aminoácidos.

É simples e eficiente.

Tofu e tempeh: tudo depende do tempero

Tofu e tempeh dividem opiniões, mas o problema raramente é o alimento.

É o preparo.

Dicas práticas:

  • Marinar antes de cozinhar.

  • Usar especiarias e ervas.

  • Assar ou grelhar, em vez de fritar.

Bem temperados, ficam saborosos. E são ótimas fontes de proteína vegetal.

Grãos e sementes: pequenos, mas potentes

Alguns alimentos funcionam como reforço proteico.

Não são a base, mas ajudam muito.

Destaques:

  • Quinoa.

  • Sementes de abóbora.

  • Chia e linhaça.

Eles somam proteína, fibras e micronutrientes. E elevam a qualidade da refeição.

Dicas de ouro para aproveitar melhor a proteína

Alguns ajustes fazem diferença real.

Não esqueça as fibras

Proteínas vegetais vêm com fibras. Isso prolonga a saciedade e melhora o intestino.

Resultado:

  • Menos fome ao longo do dia.

  • Melhor controle do peso.

Atenção ao modo de preparo

Fritar pode anular benefícios e adicionar gordura desnecessária.

Prefira:

  • Grelhar.

  • Assar.

  • Cozinhar.

  • Refogar com pouco óleo.

A proteína continua lá, mas o impacto metabólico muda.

Custo-benefício importa

Nem sempre a melhor opção é a mais cara.

Algumas das proteínas mais eficientes são acessíveis.

Destaques econômicos:

  • Ovo.

  • Sardinha.

  • Feijão.

Funcionais, baratos e nutritivos.

Variar é estratégia, não frescura

Frango funciona.

Mas não precisa ser exclusivo.

Variar fontes de proteína:

  • Evita monotonia.

  • Melhora absorção.

  • Aumenta adesão à dieta.

  • Favorece resultados.

A melhor proteína é aquela que você consome com regularidade. E prazer.

Seu corpo agradece a diversidade.

Sport Life
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