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Uma tendência polêmica está de volta: mangas bufantes

Com inspiração nos anos 80, modelo apareceu nos desfiles de alta costura, nos looks de influenciadores digitais e nas ruas

5 ago 2019
09h13
atualizado às 10h25
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As mangas bufantes que marcaram os ombros de uma geração nos anos 1980 estão influenciando o guarda-roupa atual. O modelo já apareceu em desfiles de grifes como Gucci, Yves Saint Laurent, Dolce Gabbana, Marc Jacobs e Givenchy.

Sabrina Sato se joga na manga bufante para gravar com Junior Lima
Sabrina Sato se joga na manga bufante para gravar com Junior Lima
Foto: AGNews / PurePeople

Também já caiu no gosto de influenciadores digitais, como Vic Ceridono, e virou peça do look do dia. E chegou nas peças mais populares vistas nas ruas e vitrines.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Uma publicação compartilhada por Vic Ceridono - Dia de Beauté (@vicceridono) em

A tendência começou a retornar em 2016, após Alessandro Michele ser nomeado diretor de criação da Gucci e levar o conceito para a passarela da marca italiana.

"É uma tendência que vem em uma crescente e foi 'massificando'. A gente fala de um retorno bem caricato dos anos 80, porque a gente viu uma volta do power dressing [estilo de roupas femininas profissionais surgido nos Estados Unidos]", explica Bruna Ortega, especialista de beleza e moda da empresa de tendências WGSN.

Vestidos com as mangas bufantes apareceram na passarela da Yves Saint Laurent e, de acordo com relatório da WGSN, as vendas de peças desse estilo cresceram 125% nos Estados Unidos e 22% no Reino Unido.

No entanto, as mangas volumosas também podem ser usadas em visuais mais descontraídos. "Combinadas com calça de alfaiataria, bermuda ciclista com um tênis ou jeans cintura alta e scarpin ficam super cool e zero anos 80", diz a digital influencer e designer de moda Luiza D'Angelo.

Próximas temporadas

Roupas com volume na altura dos braços continuarão em alta no verão 2020/2021, mas com um estilo um pouco diferente, com menos inspiração dos anos 1980 e elementos mais românticos.

"O modelo vai perder essa estrutura de volume que tem agora e chegar um pouco mais delicado e feminino. Ela é volumosa, mas não chega a ser bufante, segue um lado um pouco mais floral, mais leve, mais delicada", explica Isabela Bez, especialista de beleza e moda da WGSN.

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Estadão
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