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Itaquá: protetora de animais fala do seu amor pelos bichos

Todos os dias, ela acorda com uma missão: salvar vidas. Uma missão difícil, já que, diariamente, tem que lidar com a triste realidade de cães e gatos doentes, feridos ou que foram, simplesmente, abandonados por seus tutores

6 mai 2025 - 15h59
(atualizado às 18h13)
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Como muita gente, desde criança, Fabíola Jacobino sempre foi apaixonada por animais. No entanto, ela foi além: fez dessa paixão um ofício. Mais do que isso: Uma missão de vida. Hoje, atua como protetora no município de Itaquaquecetuba,  voluntária de diversas ONGs. Além disso, estuda Veterinária. "Faço o que mais amo na vida e meu propósito é tornar a vida deles melhor".  

Fabíola Jacobina, protetora de animais de Itaquá, fala da sua missão: "Uma vida melhor para eles"
Fabíola Jacobina, protetora de animais de Itaquá, fala da sua missão: "Uma vida melhor para eles"
Foto: Arquivo Pessoal / Bons Fluidos

Todos os dias, acorda com o propósito de salvar vidas. Uma missão difícil, já que, diariamente, tem que lidar com a triste realidade de cães e gatos doentes, feridos ou que foram, simplesmente, abandonados por seus tutores. "Muitas vezes, quando acaba o experiente, eu choro de ver  como o ser humano pode ser capaz de tanta maldade. Mas sei que fizemos o melhor".

O objetivo é cuidar deles e fazer com que encontrem uma família. A cada semana, chegam novos animais nas ONGs. Fabíola corre contra o tempo para dar todo o suporte necessário,  fazer fotos e vídeos para que surjam interessados em adotar aquelas vidas. "Muitas famílias chegam aqui buscando filhotes. São mais fáceis de encaminhar para adoção".

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Adoção de animais: protetora dá dicas

Para Fabíola, adotar um cão ou gato que foi abandonado  é uma ação que só traz benefícios: "Eles recebem o amor de uma família e os tutores vão ter uma casa cheia de alegria". No entanto, a protetora lembra que é preciso ter responsabilidades e pensar em tudo antes da adoção: "É uma vida. É preciso pensar no tempo que tem para o pet, na disponibilidade para brincar, passear... Além disso, há custos. Ração, vacina, idas ao veterinário, tudo isso custa dinheiro", conclui.

Bons Fluidos
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