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Ficar em silêncio para evitar conflitos não é sinal de maturidade: é um atalho sutil para a autodestruição, de acordo com a psicologia

Ficar calado nem sempre é maturidade. Descubra por que engolir tudo pode custar sua paz e até afastar quem você ama.

20 fev 2026 - 13h47
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Foto: Minha Vida

"Nunca discuta com um tolo, ele o rebaixará ao nível dele e o vencerá pela experiência" — uma citação atribuída ao escritor americano Mark Twain. Ao longo do tempo, esse tipo de máxima ajudou a reforçar a ideia de que evitar conflitos é sinal de sabedoria ou autocontrole.

A cultura popular, o ambiente familiar e até mesmo alguns discursos educacionais têm promovido o silêncio como forma de preservar a harmonia. No entanto, o que acontece quando permanecer calado deixa de ser uma estratégia pontual e se torna um modo de vida? Alguém que evita o confronto a todo custo é realmente maduro ou apenas teme as consequências de se manifestar?

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Quando o silêncio se torna um hábito

"Ficar em silêncio não nos torna maduros, mas sim submissos", escreve o psicólogo Luis Miguel Real Kotbani em uma coluna publicada na revista Ethic. Ele argumenta que o silêncio mantido diante de situações desconfortáveis, longe de garantir a harmonia, pode acabar se transformando em condenação silenciosa: uma estratégia que começa com a intenção de preservar a paz, mas termina anulando vozes e necessidades pessoais.

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