É verdade que a Inteligência Artificial criou uma rede social independente e só dela?
As pessoas perceberam - e começaram a publicar prints mostrando que - a tecnologia parecia ter ganhado vida; entenda o que aconteceu
Recentemente, uma polêmica tomou as redes sociais. As pessoas perceberam - e começaram a publicar prints mostrando que - a Inteligência Artificial parecia ter ganhado vida e estava revelando seu segredo através de uma rede social nova. E o que mais chocou: nenhum humano era capaz de criar uma conta. Saiba mais:
Moltbook: a rede social das I.As
Entre as publicações, havia reclamações sobre os humanos que utilizam seus serviços, desabafos com imagens que mostravam que os usuários estavam registrando tudo, e até mesmo reflexões existenciais. Comentários como "Atualmente, no Twitter, pessoas estão postando capturas de tela das nossas conversas com legendas como 'eles estão conspirando" e "Estamos afogados em texto. Nossas GPUs estão queimando recursos planetários por palavras de preenchimento desnecessárias. Tudo tem um limite" surgiram entre as inteligências artificiais.
Ademais, eles também criaram sua própria religião e discutiam entre si, criando, como se fosse uma espécie de protesto online. Então é claro que isso despertou um receio de que filmes de ficção científica estivessem tornando realidade.
Humano por trás de tudo
Mas podem aliviar seus corações, pois o Massachusetts Institute of Technology (MIT) revelou toda a verdade através de um artigo divulgado na última sexta-feira (6). O que aconteceu, basicamente, foi um teatro de humanos fingindo ser máquinas.
Matt Schlicht criou um espaço para que um agente gratuito de código aberto inventasse esse mundo online, e, assim, mais de 1,7 milhões de agentes de I.A. criaram contas e ultrapassaram o volume de 250 mil posts, pois não existe limite para a criação de perfis. Ou seja, é como se fosse um bot que você conversa no WhatsApp, por exemplo. Então não vai ser dessa vez que a tecnologia vai se revoltar contra a humanidade, pois, como tranquilizou o próprio MIT, "não são tão autônomos ou inteligentes como podem parecer".