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Especialistas orientam como identificar sinais de risco em piscinas; confira

A morte de uma mulher após usar a piscina de uma academia na Zona Leste de São Paulo, no último sábado (7), chamou atenção para os cuidados ao nadar em espaços coletivos

12 fev 2026 - 14h41
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Uma mulher de 27 anos morreu e seis pessoas ficaram internadas após utilizarem a piscina durante uma aula de natação em uma academia na Zona Leste de São Paulo, no último sábado (7). A polícia suspeita que as vítimas tenham sofrido intoxicação causada pela mistura de produtos químicos. O caso chamou atenção para os cuidados ao nadar.

A morte de uma mulher após uma aula de natação no último sábado (7), chamou atenção para os cuidados ao utilizar piscinas coletivas
A morte de uma mulher após uma aula de natação no último sábado (7), chamou atenção para os cuidados ao utilizar piscinas coletivas
Foto: Getty Images/Siraphol / Bons Fluidos

Sinais de risco em piscinas

Em suas redes sociais, o especialista Neldson Batista apontou que "uma piscina pode parecer limpa, mas ainda assim ser perigosa". Isso porque, de acordo com o profissional, em muitos locais a higienização é feita sem o controle adequado dos agentes químicos. Ou seja, ocorre apenas a limpeza mecânica e a adição de cloro. O problema é que, apesar de o produto ser necessário para preservar a saúde, o uso incorreto tende a impactar diretamente o organismo.

"Em ambientes fechados, a ventilação inadequada ou erros no tratamento podem gerar gases perigosos, como as cloraminas, que afetam principalmente a respiração", explicou.

A médica Fernanda Naka também esclarece que o verdadeiro perigo não está no cloro e, sim, em misturas tóxicas com altas concentrações do componente. "As piscinas contêm essa substância justamente para eliminar as bactérias e evitar infecções. Ele serve para matar as bactérias, mas, se não for bem dosado, pode causar alterações na pele, irritação nos olhos, deixar o cabelo das mulheres verde e, infelizmente, provocar intoxicação. Por isso, muitos clubes e academias acabam optando por métodos alternativos, como ozônio ou salinização", afirmou.

Quando há irregularidades no tratamento, além dos sinais citados, surgem reações adversas como ardor no nariz e na garganta, tosse, dificuldade para respirar e lacrimejamento, em decorrência da inalação de gases tóxicos. Ademais, nesses casos, é comum que a piscina esteja esverdeada, turva, com presença de espuma ou exale cheiro forte.

Por isso, se identificar esses indícios, a orientação do Conselho Federal de Química (CFQ) é não entrar na água e cobrar do gestor do espaço que tome providências adequadas. Já ao identificar sintomas, é necessário deixar o local, seguir para uma área ventilada e, posteriormente, acionar o serviço de emergência.

@mestre.das.piscinas Piscina de academia: um alerta importante #fy #mestredaspiscinas #piscineiroprofissional #piscina #piscinalimpa ♬ som original - Neldson Batista
Bons Fluidos
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