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Da postura ao parto: veja impactos do uso de salto na gravidez

Especialista explica que o uso contínuo pode ter impacto não só na postura, mas também como no trabalho de parto

25 jul 2013 - 08h18
(atualizado às 08h19)
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<p>A altura do salto varia, assim como efeito sobre a saúde do pé, do calcanhar e da coluna</p>
A altura do salto varia, assim como efeito sobre a saúde do pé, do calcanhar e da coluna
Foto: Getty Images

O salto alto favorece a silhueta de muitas mulheres, mas nem sempre faz bem para a saúde da coluna vertebral. O site Female First consultou o especialista Martin Knight, que discutiu a respeito do efeito que o uso do salto causa durante a gravidez, no trabalho de parto e a longo prazo. Confira.  

O impacto dos saltos durante a gravidez

A altura do salto varia, assim como efeito sobre a saúde do pé, do calcanhar e da coluna. Isto pode ser particularmente importante na gravidez. Com o avanço da gestação, o músculo abdominal se estica e o peso do bebê faz com que a pelve se incline para a frente e a parte traseira faça um arco para trás, para restaurar o equilíbrio e esticar as articulações da coluna lombar. 

Para adaptar-se à mudança de peso e equilíbrio, o caminhar da mãe vai depender de um "gingado" lateral. Os tendões estão ligados ao joelho e à pelve e ajudam a endireitar o quadril. Quando os tendões estão apertados, por exemplo, depois de longos períodos sentada, a mãe sentirá uma pressão sobre a pelve e coluna vertebral, agravando a irritação dos nervos e articulações – o que causa a dor.

Devido as mudanças na postura, 27% das mulheres grávidas caem ao longo da gravidez. O salto alto aumenta este risco, porque joga a linha do corpo pra frente, aumentando o arqueamento da coluna e reduzindo a estabilidade do pé no contato com o solo.

Por isso, a mulher tem maior risco não só de cair, mas também de ter dor na coluna e sobrecarga de peso no pé, tornozelo e calcanhar. Em nome de uma boa saúde da coluna, vale evitar os saltos durante a gravidez, e, além disso, não exagerar no ganho de peso.

A longo prazo

Durante a gravidez, vale garantir uma ingestão adequada de cálcio e vitamina D, para manter a resistência dos ossos. Depois do nascimento do bebê, é preciso recuperar o controle e força dos músculos abdominais, diafragma, assoalho pélvico e os músculos da parte de trás das costas.

Para reestabelecer a postura, a dica é apostar em exercícios para a lombar e para o fortalecimento do abdômen. Tente também usar saltos apenas em ocasiões especiais.

No trabalho de parto

A probabilidade de parto vaginal depende de fatores como força e postura. Se os exercícios musculares para o equilíbrio foram cumpridos ao longo da gestação e a força muscular foi mantida, a orientação pélvica, lombar e a postura foram sustentadas. Assim, as chances de um parto vaginal satisfatório são otimizados.

Não há evidências clínicas suficientes para afirmar que a postura possa alterar a posição do bebê no útero, no entanto, o uso reduzido de salto alto durante a gravidez certamente faz com que o parto seja mais simples.

Usar ou não usar?

Knight afirma que o ideal é que, durante a gravidez, o uso do salto seja reduzido a ocasiões especiais ou sobre superfície planas e secas. Isso porque a consciência espacial é comprometida quando as mulheres estão de saltos, e, além disso, os tornozelos ficam mais pressionados.  

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Fonte: Terra
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