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Após enchente em Eldorado do Sul, Bíblias e estátuas aparecem intactas em igreja

Na capela, os bancos, que são muito mais pesados, foram revirados, mas o altar estava intacto segundo o vídeo; veja mais detalhes na matéria e confira o vídeo

11 jun 2024 - 18h03
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O Rio Grande do Sul foi assolado por chuvas fortes que deixaram diversas cidades submersas, incluindo Eldorado do Sul. A capela de São Miguel, que fica na região metropolitana de Porto Alegre, ficou com marcas nas paredes de quase três metros, mostrando até onde a água foi capaz de alcançar.

Capela de Eldorado do Sul presencia cenário que parece de mentira após enchente
Capela de Eldorado do Sul presencia cenário que parece de mentira após enchente
Foto: Reprodução Instagram/@irkelly_institutohesed_oficial / Bons Fluidos

No dia 4 de junho, os responsáveis pelo local decidiram visitar a igreja e se depararam com uma cena que parecia de mentira. As estátuas religiosas estavam intactas, assim como o altar. As Bíblias também não molharam. Porém, os bancos, que são muito mais pesados, estavam todos revirados. Sendo assim, decidiram gravar um vídeo, que acabou viralizando nas redes sociais.

O padre da capela, Fabiano Glaeser dos Santos, disse ao G1 que considera o que aconteceu um sinal de Deus: "Eu não estou trabalhando a questão do milagre, estou trabalhando a questão do sinal de Deus. Não necessariamente um sinal extraordinário, inexplicável, mas um sinal. Talvez algum físico, químico venha aqui e dê uma explicação racional para o que aconteceu. E eu vou aceitar a explicação. Não sou anticiência. Mas, de fato, eu trabalho a questão do sinal".

Vale lembrar que a cidade de Eldorado do Sul foi uma das mais atingidas pelas cheias que começaram por volta do dia oito de maio. 80% do município inundou e 40 mil moradores deixaram suas casas. Em todo o estado, a tragédia acabou deixando mais de 170 mortos.

Atualmente, o Rio Grande do Sul conta ainda com mais de 450 municípios afetados - 478 para ser mais exato. Além disso, mais de 423,4 mil pessoas estão longe de suas casas e, às vezes, até longe de familiares e animais de estimação, pois outras 18,8 mil continuam morando nos abrigos provisórios montados em todas as cidades após as atrocidades acontecerem.

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Uma publicação compartilhada por Ir Kelly | Instituto Hesed (@irkelly_institutohesed_oficial)

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