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'É preciso vencer a tirania do status quo', diz Ban Ki-moon

23 jan 2013 - 09h55
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"É preciso vencer a tirania do status quo", afirma o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon para avançar no desenvolvimento sustentável, desarmamento e na resolução de conflitos no mundo. "Precisamos pensar e agir de forma inovadora e diferente para moldar o futuro que queremos", afirmou o secretário em discurso durante na reunião da assembleia-geral da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos.

"Minha esperança fervorosa - e nossa necessidade comum urgente - é que possamos parar de nos mover de crise em crise, de sintoma em sintoma, em vez de lidar com as causas profundas, inter-relações e reconhecer as falhas em muitas de nossas abordagens", afirmou Ban Ki-moon.

"Questões permanecem e não são enfrentadas; tendências preocupantes têm a liberdade para persistir e se desdobrar, tudo porque, essa é a forma como as coisas foram feitas, ou porque a verdadeira mudança é vista como cara ou irrealista, ou interesses firmados têm um domínio sobre o aparelho legislativo", afirmou o secretário-geral da ONU. De acordo com o dirigente, 2013 será um ano de contínuas ações pelo desenvolvimento sustentável, pelo combate à violência contra as mulheres e contra o preconceito baseado na orientação sexual, entre outras questões.

Grupo de trabalho - Durante o encontro foi acertada a criação de um grupo de trabalho destinado a pensar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma série de metas para reduzir a pobreza, promover a prosperidade global e o avanço social e proteger o meio ambiente.

A criação do grupo é resultado direto do compromisso assumido pelos governos na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada em junho do ano passado, no Rio de Janeiro.

Durante a Rio+20, os governos concordaram em estabelecer um conjunto de metas para ajudar na implementação do desenvolvimento sustentável, e como base, serão usadas as metas de combate à pobreza, conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODS), cujo prazo de implementação acaba em 2015.

Os ODS deverão orientar os países na obtenção de resultados específicos dentro de um período de tempo específico, como, por exemplo, no acesso universal a energia sustentável e água limpa para todos. O documento final da Conferência, intitulado "O Futuro que Queremos", também estabelece que os ODS sejam integrados à agenda de desenvolvimento das Nações Unidas pós-2015.

O grupo de trabalho de 30 membros é composto por países de todas as regiões do mundo, e vai preparar um relatório sobre os ODS para a Assembleia possa discuti-lo em sua 68ª sessão, que começa em setembro.

Fonte: DiárioNet DiárioNet
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