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Quem é o chefe do Estado-Maior iraniano que Israel diz ter eliminado em ataque?

17 jun 2025 - 09h11
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O Exército de Israel confirmou nesta terça-feira (17), a morte do principal comandante militar do Irã, Ali Shadmani, após um ataque aéreo durante a madrugada. O oficial era apontado como o braço direito do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Até a última atualização, Teerã não confirmou oficialmente o óbito.

Ali Shadmani, chefe do Estado
Ali Shadmani, chefe do Estado
Foto: Maior do Irã - Reprodução / Perfil Brasil

Na nota divulgada, as Forças Armadas israelenses informaram que "após oportunidade repentina à noite, (a Força Aérea israelense) atacou um centro de comando no coração de Teerã e eliminou Ali Shadmani, chefe do Estado-Maior em tempos de guerra, o comandante militar de maior alta patente e a figura mais próxima" a Khamenei.

O Exército de Israel acrescentou que Shadmani ocupava altos postos tanto na Guarda Revolucionária — o exército ideológico iraniano — quanto nas Forças Armadas regulares do país. Até o momento, o governo iraniano mantém silêncio sobre a possível confirmação de sua morte.

Conflito com o regime iraniano intensifica bombardeios em Tel Aviv e Jerusalém

Israel e Irã entraram hoje no quinto dia de conflito aberto. A escalada começou depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, fez um apelo surpreendente para que os moradores de Teerã deixassem a cidade "imediatamente".

Pela manhã, fortes explosões foram relatadas em Tel Aviv e Jerusalém, após o disparo de mísseis vindos do Irã e o acionamento das sirenes de alerta. O Exército de Israel também afirmou ter realizado "ataques em larga escala" contra alvos militares no oeste iraniano.

A ofensiva marca uma virada no que vinha sendo uma guerra de baixa intensidade nas sombras, com operações pontuais pelo Oriente Médio. O foco agora é impedir o desenvolvimento de armas nucleares por Teerã — algo que a República Islâmica nega.

Em encontro no Canadá, os líderes do G7 pediram estabilidade: que a "resolução da crise iraniana leve a uma desescalada mais ampla das hostilidades no Oriente Médio". Num movimento semelhante, ministros das Relações Exteriores da França, Alemanha e Reino Unido convocaram o Irã a "retornar o mais rápido possível e sem pré-condições à mesa de negociações" sobre seu programa nuclear.

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