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Qual a expectativa de vida do brasileiro? Veja o que diz o OBGE

Indicador, divulgado na Tábua da Mortalidade de 2024, volta a crescer após o impacto da pandemia e aponta grande disparidade entre homens e mulheres.

28 nov 2025 - 14h00
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A expectativa de vida do brasileiro ao nascer atingiu um novo recorde histórico em 2024, chegando a 76,6 anos. O dado representa o maior valor já registrado desde 1940, ano em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou sua série histórica. Em comparação com 2023, o indicador subiu levemente (era de 76,4 anos), e em relação ao início da década de 40, o avanço é de notáveis 31,1 anos. Naquela época, a expectativa era de apenas 45,5 anos.

IBGE revela expectativa de vida do brasileiro
IBGE revela expectativa de vida do brasileiro
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil / Perfil Brasil

A expectativa de vida ao nascer é um indicador crucial que estima quantos anos uma pessoa viverá, em média, caso os padrões atuais de mortalidade se mantenham. Os dados fazem parte da Tábua de Mortalidade, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo IBGE.

Expectativa de vida do brasileiro

A trajetória de crescimento da expectativa de vida só foi interrompida nos anos de 2020 e 2021, em função da pandemia de Covid-19. O indicador, que era de 76,2 anos em 2019, caiu para 72,8 anos em 2021, mas voltou a se recuperar com vigor nos anos seguintes, confirmando a tendência de longevidade da população brasileira.

A projeção do IBGE reforça que as mulheres vivem mais que os homens. Em 2024, a esperança de vida das mulheres era de 79,9 anos, enquanto a dos homens era de 73,3 anos. Essa diferença de 6,6 anos é considerável, embora a maior disparidade já registrada tenha sido de 7,8 anos, no ano 2000.

O estudo também destaca a sobremortalidade masculina, ou seja, a chance desproporcional de homens jovens morrerem em comparação com mulheres. Em 2024, homens na faixa etária de 20 a 24 anos tinham 4,1 vezes mais chances de não chegarem aos 25 anos do que as mulheres. Segundo o IBGE, a ausência dessa diferença elevada na década de 1940 e seu crescimento posterior estão associados ao processo de urbanização do Brasil, onde "as mortes associadas às causas externas ou não naturais (homicídios, suicídios, acidentes de trânsito etc.) passaram a elevar as taxas de mortalidade da população, particularmente dos adultos jovens do sexo masculino".

Perfil Brasil
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