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Polícia identifica suspeito por morte de empresário encontrado em buraco no Autódromo de Interlagos

18 jul 2025 - 11h41
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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação na manhã desta sexta-feira (18) para avançar na apuração do assassinato do empresário Adalberto Amarilio Júnior, de 35 anos. Ele foi encontrado morto em 3 de junho, dentro de um buraco em uma área em obras no Autódromo de Interlagos, na zona sul da capital. O caso é tratado como homicídio.

Corpo de empresário foi encontrado em buraco no Autódromo de Interlagos
Corpo de empresário foi encontrado em buraco no Autódromo de Interlagos
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

O desaparecimento ocorreu no dia 30 de maio, após o empresário participar de um festival de motos no local. A investigação indica que ele teria sido morto por um dos seguranças que atuavam no evento. O homem é lutador de jiu-jitsu e tem antecedentes por furto e ameaça, mas seu nome não foi revelado pelas autoridades.

Como o empresário morreu?

Segundo o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a vítima foi asfixiada. O laudo da Polícia Técnico-Científica apontou morte violenta, e há indícios de esganadura, conforme escoriações no pescoço. Outra hipótese em análise é a compressão torácica, possivelmente causada por joelho. Em ambos os cenários, os investigadores tentam determinar se o empresário ainda estava vivo quando foi colocado no buraco.

O corpo estava sem calça e sem tênis. Adalberto era casado e proprietário de uma rede de óticas.

Durante a operação policial desta sexta, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão. Agentes recolheram cinco notebooks, sete celulares e 21 munições de calibre .38. Além do principal suspeito, outros três homens e uma mulher foram levados à delegacia para prestar novos depoimentos.

Câmeras de segurança registraram os últimos passos do empresário no estacionamento do autódromo. A polícia suspeita que ele possa ter sido abordado por seguranças naquele momento.

O que o laudo revela?

Testes de DNA confirmaram que o sangue encontrado no carro de Adalberto era dele. Também foi identificado um perfil genético feminino, mas de uma mulher ainda não identificada. A viúva foi descartada como possível fonte da amostra.

Não foram detectadas substâncias ilícitas ou álcool no organismo da vítima, de acordo com o exame toxicológico. Um amigo que esteve com Adalberto no evento relatou, porém, que os dois haviam consumido maconha e cerveja no dia do desaparecimento.

A polícia ainda trabalha para esclarecer a ordem dos fatos e concluir se houve participação de outros envolvidos no crime.

Perfil Brasil
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