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Pastor de calcinha e peruca já enfrentou acusações de golpe em formandos

Após ser exposto ao ser flagrado de calcinha e peruca, pastor de Goiânia já enfrentou acusações de golpe em formandos

18 ago 2025 - 12h39
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Pastor de calcinha e peruca já enfrentou acusações de golpe em formandos
Pastor de calcinha e peruca já enfrentou acusações de golpe em formandos
Foto: Reprodução / Contigo

Imagens do pastor Eduardo Costa, ligado ao Ministério Poder e Milagres, vestindo calcinha e peruca loira circularam nas redes sociais na última semana, gerando ampla repercussão. Conhecido em Goiânia por atuar como cerimonialista e servidor do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), Costa também possui histórico de controvérsias. Em 2006, ele foi alvo de acusações relacionadas a golpes envolvendo a organização da formatura de alunos de Direito da Universidade Salgado de Oliveira.

Na ocasião, Eduardo Costa foi contratado para coordenar a festa de formatura de uma turma de Direito, com orçamento previsto de R$ 460 mil. Segundo relatos dos formandos, a comemoração não ocorreu conforme planejado devido a descumprimentos contratuais e problemas financeiros atribuídos ao cerimonialista. Alguns fornecedores teriam recebido cheques sem fundo, gerando atrasos e prejuízos. Um dos alunos, que preferiu não se identificar, relatou ao Metrópoles que parcelas mensais de R$ 300 foram pagas durante cerca de dois anos, mas, às vésperas do evento, ainda foi necessário complementar valores para tentar viabilizar a festa.

O recente registro de Eduardo Costa com roupas femininas e peruca foi enviado ao perfil Goiânia Mil Graus por uma seguidora que reconheceu o pastor. O vídeo viralizou e despertou comentários de internautas relatando experiências semelhantes, incluindo denúncias sobre dívidas trabalhistas relacionadas ao religioso. A repercussão reacendeu o debate sobre a conduta de Costa tanto em sua carreira como cerimonialista quanto em sua atuação religiosa.

Em resposta à polêmica, Eduardo Costa publicou um vídeo ao lado da esposa, confirmando ser ele a pessoa nas imagens, mas esclarecendo o contexto. "O disfarce teria sido usado para uma investigação particular", afirmou o pastor. Segundo ele, a gravação foi feita sem autorização e o responsável seria alvo de acusação por tentativa de extorsão. O religioso também declarou que pretende acionar a Justiça para tratar do caso, buscando reparação pelos danos causados pela divulgação não autorizada das imagens.

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