Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

William e Kate expressam 'profunda preocupação' com caso Epstein

Arquivos do bilionário pedófilo comprometem ex-príncipe Andrew

9 fev 2026 - 09h03
(atualizado às 09h12)
Compartilhar
Exibir comentários

O príncipe de Gales, William, herdeiro do trono do Reino Unido, e a princesa Kate expressaram "profunda preocupação" pelas revelações dos arquivos sobre o escândalo protagonizado pelo financista pedófilo americano Jeffrey Epstein, que atingiu figurões da realeza e da política britânicas.

Príncipe William e princesa Kate durante recepção a presidente da Alemanha no Castelo de Windsor
Príncipe William e princesa Kate durante recepção a presidente da Alemanha no Castelo de Windsor
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em comunicado, o Palácio de Kensington afirmou que os pensamentos do casal real "permanecem concentrados nas vítimas". "Posso confirmar que o príncipe e a princesa de Gales estão profundamente preocupados pelas revelações contínuas", ressalta a nota.

Essa é a primeira declaração oficial dos membros mais populares da monarquia britânica sobre o caso Epstein, financista pedófilo morto em 2019, enquanto aguardava julgamento em uma prisão de Nova York, e que era amigo do ex-príncipe Andrew.

Novos arquivos revelados no fim de janeiro incluem fotos que mostram o irmão do rei Charles III ajoelhado e tocando o corpo de uma mulher deitada no chão. Andrew teve todos os seus títulos reais removidos em novembro do ano passado devido a seu envolvimento em escândalos sexuais.

Na última quinta-feira (5), Charles III também foi questionado sobre o assunto por um cidadão durante uma visita ao vilarejo de Dedham. "Charles, Charles, você acionou a polícia para investigar Andrew?", perguntou o homem, que foi afastado pela polícia. O rei não respondeu.

O escândalo também teve repercussões na política britânica, com a renúncia do chefe de gabinete do premiê trabalhista Keir Starmer, Morgan McSweeney, tido como fiador da nomeação de Peter Mandelson, que também aparece nos arquivos de Epstein, como embaixador de Londres nos EUA, há um ano.

Removido do cargo em setembro passado, Mandelson renunciou recentemente a seu assento na Câmara dos Lordes e é alvo de uma investigação no Reino Unido por suspeita de ter vazado para Epstein, em 2009, medidas que o governo do então primeiro-ministro Gordon Brown tomaria contra a crise financeira deflagrada no ano anterior.

Por conta disso, Starmer tem sido alvo de crescente pressão não apenas da oposição conservadora, mas também dentro do próprio Partido Trabalhista. Além de McSweeney, o diretor de comunicação do premiê, Tim Allan, também renunciou a seu cargo, com o objetivo declarado de "permitir a construção de uma nova equipe" em Downing Street.

Ansa - Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade