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Kim fala em rever Trump, mas cobra fim de sanções

Líder da Coreia do Norte criticou "pressões" dos Estados Unidos

1 jan 2019
13h14
atualizado às 13h26
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Em seu discurso de fim de ano, o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, disse estar disposto a reencontrar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas cobrou o fim das sanções impostas por pressão da Casa Branca.

Os dois se reuniram no último dia 12 de junho, em Singapura, e na ocasião se comprometeram de forma vaga com a "paz" e a "desnuclearização da Península Coreana".

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e líder norte-coreano, Kim Jong Un, em Cingapura 12/01/2018 REUTERS/Jonathan Ernst
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e líder norte-coreano, Kim Jong Un, em Cingapura 12/01/2018 REUTERS/Jonathan Ernst
Foto: Reuters

Segundo Kim, no entanto, a Coreia do Norte mudará de rota se os EUA "continuarem a quebrar suas promessas e a maltratar" a "paciência" do país, "pedindo certas coisas unilateralmente e seguindo em frente com sanções e pressões".

Trump exige de Pyongyang a entrega de seu arsenal nuclear, enquanto Kim quer a saída das forças americanas da Coreia do Sul. O líder também cobrou o fim dos exercícios militares entre Seul e Washington.

O último discurso de Kim em 2017 deu início à reaproximação com o Sul, quando ele desejou boa sorte na realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, em fevereiro de 2018.

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