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Filho de ex-prefeito de Nova York vai liderar força-tarefa de Trump para a Copa do Mundo da Fifa

7 mai 2025 - 20h47
(atualizado em 7/5/2025 às 20h33)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que Andrew Giuliani, filho do ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, vai atuar como diretor-executivo da força-tarefa presidencial para a Copa do Mundo da Fifa 2026, que será sediada pelos Estados Unidos, Canadá e México.

Durante o primeiro mandato de Trump, Andrew Giuliani atuou como assistente especial do presidente e diretor associado do Escritório de Relações Públicas. Trump o descreveu como um jogador de golfe e uma pessoa altamente competitivos.

Em um publicação no Truth Social, Trump também disse que Carlos Cordeiro, conselheiro sênior da Fifa, atuará como conselheiro sênior da força-tarefa.

"Juntos, esse grupo ajudará a planejar o maior, mais seguro e mais extraordinário torneio de futebol da história", disse Trump em uma reunião da força-tarefa em que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e o vice-presidente dos EUA, JD Vance, também estavam presentes.

Trump disse desejar que as pessoas em viagem aos Estados Unidos para assistir à competição tenham uma experiência perfeita em cada parte de sua visita.

Os EUA também sediarão a primeira Copa do Mundo de Clubes, de 14 de junho a 13 de julho, que será realizada em 11 cidades.

"Os Estados Unidos darão as boas-vindas ao mundo", disse Infantino sobre o fato de os EUA sediarem os dois torneios internacionais.

Segundo Infantino, os dois eventos devem render quase US$50 bilhões para a economia dos EUA e criar quase 300.000 empregos.

Vance, que atua como vice-presidente da força-tarefa, disse que o grupo fará tudo o que estiver ao seu alcance para que os eventos sejam bem-sucedidos.

"É claro que todos são bem-vindos para vir e ver esse evento incrível. Sei que teremos visitantes de quase 100 países", disse Vance.

"Queremos que eles venham, que comemorem, que assistam ao jogo, mas quando o tempo acabar, eles terão que voltar para casa, caso contrário, terão que falar com a secretária (Kristi) Noem (de Segurança Interna)", disse.

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