Lançado na França livro sobre Julie Gayet, namorada não-oficial de Hollande
O relacionamento entre o presidente da França, François Hollande, e a atriz Julie Gayet, nunca confirmado oficialmente, chega agora às livrarias em um volume de fofocas sobre o casal, assinado por Soazig Quéméner e François Aubel, que não revela nenhum segredo de Estado.
O volume, intitulado "Julie Gayet - Une intermittente à l'Elysée" (Julie Gayet - uma visita interminente no Elysée, em tradução livre), traz pequenas confidências sobre a vida do misterioso casal, como a presença da atriz no palácio presidencial ser habitual, especialmente nos fins-de-semana.
"Ele continuou visitando a casa de Julie e inclusive às vezes dorme ali", revelou uma pessoa próxima a eles para os autores do livro, que aborda uma relação que se tornou pública em janeiro de 2014, quando uma revista de celebridades divulgou o romance entre a atriz e o presidente francês, que era casado na época com a jornalista Valérie Trierweiler.
O novo livro diz que Gayet "lidou muito mal" com a repentina divulgação de seu relacionamento com Hollande, e que se sentiu "incapaz de enfrentar os meios de comunicação, foi muito duro para ela", acrescentou o livro, que diz que a atriz chegou inclusive a receber cartas com insultos e ameaças de morte.
"Seu pai, Brice, realmente temeu por ela", contou o livro, que afirma que a relação entre Hollande e Gayet "deixa os serviços de segurança do Palácio do Eliseu loucos".
A ex-primeira-dama, Valérie Trierweiler, que se separou após a manchete sobre o romance de Hollande com Gayet, publicou em 2014 "Merci pour ce moment" (Obrigada por este momento), um sucesso de vendas na França, sobre seus 18 meses no Palácio do Eliseu.