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Chefe do Hamas diz ter recebido garantias do fim da guerra em Gaza: 'Terminou permanentemente'

Khalil al-Hayya, chefe da equipe de negociação do Hamas, afirmou nesta quinta-feira, 9, ter recebido garantias dos EUA sobre o cessar-fogo

9 out 2025 - 15h34
(atualizado às 16h56)
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Registro da destruição provocada por bombardeios israelenses em Gaza nos últimos tempos
Registro da destruição provocada por bombardeios israelenses em Gaza nos últimos tempos
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O chefe da equipe de negociações do Hamas, Khalil al-Hayya, afirmou nesta quinta-feira, 9, ter recebido garantias dos Estados Unidos sobre a primeira fase do acordo de cessar-fogo com Israel: o que significa, segundo ele, que a guerra em Gaza "terminou permanentemente". As informações são do jornal Al Jazeera.

“Recebemos garantias dos mediadores fraternais e da administração dos EUA, que confirmaram que a guerra acabou permanentemente”, disse Khalil al-Hayya. Ainda segundo ele, 250 palestinos que cumprem sentenças perpétua em prisões israelenses serão libertados. A medida faz parte do acordo de cessar-fogo.

O Plano de Paz em Gaza foi revelado na noite de quarta-feira, 8, pelo presidente Donald Trump, dos Estados Unidos. "Tenho muito orgulho em anunciar que Israel e o Hamas assinaram a primeira fase do nosso Plano de Paz. Isso significa que TODOS os reféns serão libertados em breve e Israel retirará suas tropas para uma linha acordada, como os primeiros passos em direção a uma paz forte, duradoura e eterna", escreveu, em suas redes sociais.

A partir disso, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chegou a anunciar que convocaria nesta quinta-feira o governo israelense para aprovar o acordo com o Hamas."Um grande dia para Israel", declarou, também em comunicado na web.

Em paralelo, o Hamas também confirmou a existência do acordo. "Apreciamos profundamente os esforços dos nossos irmãos mediadores no Catar, Egito e Turquia. Também valorizamos os esforços do presidente dos EUA, Donald Trump, que busca o fim definitivo da guerra e a retirada completa da ocupação da Faixa de Gaza", escreveram em nota. O grupo ainda apelou para mediadores norte-americanos e árabes para que "obriguem" Israel a cumprir o acordo.

Fonte: Portal Terra
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