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Atirador de Sydney é acusado de terrorismo e 15 homicídios

Naveed Akram também deverá responder por outros 39 crimes

7 jan 2026 - 08h25
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A polícia acusou Naveed Akram, um dos dois autores do atentado a tiros na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, de terrorismo, 15 homicídios e outros 39 crimes. A cidade deu início nesta quarta-feira (17) aos primeiros funerais das vítimas.

Funeral do rabino Eli Schlanger, uma das 15 vítimas do tiroteio na praia de Bondi
Funeral do rabino Eli Schlanger, uma das 15 vítimas do tiroteio na praia de Bondi
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Iremos argumentar no tribunal que o suspeito se envolveu em condutas que causaram mortes, feridos graves e colocaram vidas em risco para promover uma causa religiosa e incitar o medo na comunidade", afirmou a Polícia Estadual de Nova Gales do Sul em comunicado.

"Os primeiros indícios apontam para um ataque terrorista inspirado pelo Isis [Estado Islâmico do Iraque e da Síria], uma organização terrorista elencada como tal na Austrália", acrescentou a nota.

Além dos 15 mortos em Bondi, entre os outros 40 crimes da acusação estão "lesão corporal grave com intenção de matar" e "a exibição pública do símbolo de uma organização terrorista proibida", o Isis. Segundo a polícia, duas bandeiras caseiras do Estado Islâmico foram encontradas em um carro registrado em nome de Naveed e estacionado perto da praia.

O acusado é o único atirador sobrevivente do atentado, já que o outro suspeito, Sajid Akram, seu pai, de 50 anos, morreu durante um confronto com a polícia.

Já Naveed, 24, ficou gravemente ferido e segue internado. A mídia australiana informou que ele voltou do estado de coma e, de acordo com a polícia, deverá comparecer perante um juiz por videoconferência.

Sajid, nascido na Índia, emigrou para a Austrália em 1998 com um visto de estudante, enquanto seu filho é australiano. Ambos teriam jurado lealdade ao Estado Islâmico em 2019.

Entre as 15 vítimas do tiroteio no último domingo (14) estão uma menina de 10 anos, dois sobreviventes do Holocausto e um casal que morreu enquanto tentava impedir o ataque.

Hoje, uma multidão compareceu ao funeral de Eli Schlanger, rabino de 41 anos e pai de cinco filhos morto no atentado.

"Nossa comunidade está sofrendo, é o nosso 7 de outubro [de 2023, data dos ataques do Hamas em Israel]", comentou o também rabino e sogro da vítima, Yehoram Ulman.

Ansa - Brasil
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