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Ásia

EUA: Líder talibã morto no Paquistão conspirava para matar americanos

2 nov 2013 - 22h45
(atualizado às 22h45)
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Hakimullah Mehsud em imagem de arquivo de 2008
Hakimullah Mehsud em imagem de arquivo de 2008
Foto: AP

Os Estados Unidos evitaram neste sábado confirmar que um de seus drones matou na sexta-feira o líder dos talibãs do Paquistão, Hakimullah Mehsud, mas ressaltou que ele era acusado de "conspirar para matar americanos" e ameaçava continuar fazendo-o.

Em declarações à Agência Efe, um funcionário do Departamento de Estado confirmou que o embaixador americano no Paquistão, Richard Olson, foi convocado pelo Ministério das Relações Exteriores paquistanês para tratar o assunto, mas não deu detalhes sobre o encontro.

"Não estamos em posição de confirmar as informações que Hakimullah Mehsud pode ter sido assassinado no Paquistão", disse o funcionário, que pediu o anonimato.

"No entanto, deixemos claro que Mehsud é considerado o comandante do Tehrik-e-Taliban Paquistão (TTP), o grupo que reivindicou o fracassado atentado de Times Square em Nova York em 1º de maio de 2010", acrescentou.

"Mehsud e outros líderes do TTP prometeram publicamente continuar atacando os Estados Unidos e os americanos, e o citado sujeito foi acusado de conspiração para matar e usar explosivos contra americanos no exterior", continuou a fonte.

A acusação se baseia em seu suposto envolvimento em um atentado na base Chapman do Afeganistão no dia 30 de dezembro de 2009, que deixou sete americanos mortos e seis feridos.

Segundo relatórios confirmados por várias fontes militares paquistaneses, Mehsud e outros quatro insurgentes morreram na sexta-feira pelo ataque de um drone americano na região de Dande Darpakhel.

O ministro do Interior do Paquistão, Chaudhry Nisar Ali Khan, lamentou o ataque e assegurou que se traduzirá em uma "sabotagem" das negociações de paz de seu Governo com a liderança talibã. "Isto assassinou a esperança e o progresso da paz na região", sentenciou Ali Khan.

Consultado a respeito, o funcionário americano assinalou unicamente que "o assunto de negociar ou não com o TTP é um assunto interno para o Paquistão".

"Estados Unidos e Paquistão continuam tendo um interesse estratégico partilhado em acabar com a violência extremista para construir uma região mais próspera, estável e pacífica", finalizou.

EFE   
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