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Americano vai à Rússia para fugir das ‘ideologias’ dos EUA e é enviado para linha de frente da guerra

Derek Huffman, de 46 anos, afirmou que se sentiu atacado após ser colocado na guerra

22 jul 2025 - 21h17
(atualizado às 21h29)
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Resumo
Americano que se mudou para a Rússia buscando fugir de "ideologias" nos EUA foi enviado à frente de combate na guerra Rússia-Ucrânia, apesar de ter recebido promessas de cargo não militar.
Americano vai para Rússia para fugir das ‘ideologias’ dos EUA e é enviado para linha de frente da guerra
Americano vai para Rússia para fugir das ‘ideologias’ dos EUA e é enviado para linha de frente da guerra
Foto: Reprodução/X

Um norte-americano, identificado como Derek Huffman, de 46 anos, foi enviado para a linha de frente da guerra Rússia-Ucrânia após ter ido para o país no intuito de fugir das “ideologias” dos Estados Unidos. A informação foi divulgada pela esposa dele ao The Telegraph

Ele, que é natural do Texas, se mudou com a esposa e três filhas para uma pequena cidade a 40 quilômetros de Moscou, capital da Rússia, em março deste ano. A mudança seria para uma “fuga da doutrinação” LGBTQIAP+. 

Para garantir um processo rápido de cidadania e ganhar o respeito de outros russos, Huffman disse à mídia estatal russa que ficaria feliz em entrar para o exército do país. “O objetivo deste ato, para mim, é ganhar um lugar aqui na Rússia”, afirmou no mês passado. 

“Se eu me arriscar pelo nosso novo país, ninguém poderá dizer que não faço parte dele. Ao contrário dos imigrantes nos EUA, que chegam lá assim, sem se assimilar e ao mesmo tempo querem esmolas”, acrescentou. 

Americano vai para Rússia para fugir das ‘ideologias’ dos EUA e é enviado para linha de frente da guerra
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Foto: Reprodução/X

No entanto, a família alega que Derek foi enganado durante o processo de recrutamento militar. De acordo com a esposa dele, os oficiais russos lhe prometeram uma função não relacionada a combate como soldado ou correspondente de guerra, mas ele acabou na linha de frente na Ucrânia.

Derek diz se sentir atacado após ser convocado para outra função. “Ele sente como se estivesse sendo jogado aos lobos e ele está tendo que confiar na fé e é isso que todos nós estamos fazendo”, afirmou a mulher. 

A família também aponta que o norte-americano ainda não recebeu um salário mesmo com um mês servindo. 

Fonte: Redação Terra
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