PUBLICIDADE

Argentina anuncia reabertura de fronteiras para brasileiros

Medida entrará em vigor a partir de 1º de outubro e faz parte de uma série de flexibilizações sanitárias para o combate à covid-19

21 set 2021 12h56
| atualizado às 13h04
ver comentários
Publicidade
Casa Rosada, a sede da Presidência argentina, em Buenos Aires
REUTERS/Agustin Marcarian
Casa Rosada, a sede da Presidência argentina, em Buenos Aires REUTERS/Agustin Marcarian
Foto: Reuters

O governo da Argentina anunciou nesta terça-feira, 21, a reabertura das fronteiras para turistas brasileiros vacinados e de outros países vizinhos a partir de 1º de outubro. A medida faz parte de uma série de flexibilizações sanitárias para o combate à covid-19.

Para entrar no país, os brasileiros precisarão ter a vacinação contra a doença completa, fazer um teste RT-PCR antes da viagem e apresentá-lo no embarque, um teste rápido com antígenos no desembarque e um outro RT-PCR entre 5 e 7 dias após a chegada ao território argentino. Assim, o isolamento não será mais obrigatório.

A ministra da Saúde, Carla Vizzotti, ainda informou que essa medida também entrará em vigor a partir de novembro para todos os demais países do mundo. "As medidas foram possíveis graças a forte diminuição dos casos de coronavírus nas últimas semanas, com o retardamento da entrada da variante Delta e pelo forte avanço do plano vacinal", ressaltou Vizzotti.

Além disso, foi revogada a obrigatoriedade do uso de máscaras "em área aberta, quando se caminha e sem a presença de outras pessoas ao redor" e será permitida a reunião de pessoas "ao ar livre, sem um número máximo, assim como viagens em grupo e das escolas".

Vizzotti ainda informou que, a partir de 1º de outubro, será permitida a participação do público de "eventos em massa ao ar livre com 50% da capacidade", isso inclui eventos esportivos e culturais em estádios e parques.

Conforme dados da Universidade Johns Hopkins, a Argentina soma 5,2 milhões de casos confirmados de covid-19 e 101.428 mortes pela doença desde o início da crise sanitária. Ainda são cerca de 49,3 milhões de cidadãos vacinados contra o coronavírus.

Ansa - Brasil   
Publicidade
Publicidade