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Na rede, Bolsonaro pede esforço para ganhar no 1º turno

Em seu último discurso transmitido ao vivo, candidato agradeceu apoio e fez balanço da campanha

6 out 2018
21h51
atualizado às 22h25
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Em seu último discurso transmitido ao vivo pelo Facebook antes do primeiro turno, na noite deste sábado (6), o candidato à presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, fez um balanço da campanha, agradeceu o apoio dos eleitores e pediu a eles que convençam outros eleitores a votar nele, para que o pleito termine já no primeiro turno. Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto, mas sem a quantidade necessária para vencer neste domingo (7), que são 50% mais um dos votos válidos.

Jair Bolsonaro, candidato do PSL
Jair Bolsonaro, candidato do PSL
Foto: Reprodução/Twitter Jair Bolsonaro / Estadão Conteúdo

"Quero pedir a vocês: de hoje [6] para amanhã [7], se cada um de vocês conseguir lutar por mais um voto apenas, nós liquidamos essa fatura no primeiro turno e não teremos que comparecer às urnas no dia 28. Dá pra fazer isso, tem muita gente indecisa ainda", clamou o candidato.

Bolsonaro também se comprometeu a fazer um governo para todos os brasileiros: "Vamos fazer um governo para todos, independente de religião, até para quem é ateu, para os gays, vamos jogar pesado na questão da segurança pública, vamos junto ao parlamento lutar para que o cidadão de bem, caso queira, possa comprar uma arma e ter dentro de casa, que se acabe com os saidões (sic), com a progressão de pena", afirmou.

Nesse trecho, o candidato comentou a situação do rapaz que o esfaqueou durante um ato de campanha, em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro: "Olha esse cara que deu a facada em mim, já tem um montão de advogados querendo botar ele em liberdade. Tem problema mental? Se tem problema mental tinha que esfaquear todo mundo, não eu. É um maluco que sabe o que quer fazer", contestou.

Em outro trecho do discurso, Bolsonaro afirmou que "vai curar" quem defende a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): "Eu não saí na rua, mas meus filhos, as pessoas, ninguém vê nas ruas gente com camisas de outros candidatos, a não ser uns malucos [que pedem] 'Lula Livre', mas esse pessoal, a gente vai curar esse pessoal", afirmou. Depois, rindo, completou: "A gente vai curar com trabalho, o antídoto é carteira de trabalho. Tem muita gente que votou no PT e está do nosso lado".

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