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Faculdade proíbe alunos de arremessar o chapéu na formatura

Com o intuito de evitar machucados, a instituição surpreendeu alunos com a proibição

14 jul 2015 - 13h16
(atualizado às 13h17)
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Tradicional hábito foi proibido em universidade para evitar que estudantes de machuquem com as pontas dos chapéus
Tradicional hábito foi proibido em universidade para evitar que estudantes de machuquem com as pontas dos chapéus
Foto: iStock

A Universidade de Birmingham, na Inglaterra, matou uma tradição adorada por estudantes no momento da graduação, devido a medidas de segurança e saúde: o ato de jogar o capelo, o famoso "chapéu de formatura", para o alto. As informações são do site do jornal britânico The Independent.

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Estudantes de graduação do departamento de Estudos Clássicos, História Antiga e Arqueologia foram surpreendidos com um e-mail a respeito da cerimônia de formatura, que acontece nesta terça-feira (14). “Jogar os capelos não será permitido, devido à saúde e segurança”, dizia o comunicado.

Um fornecedor de trajes de formatura disse ao site The Thab que, nos últimos anos, alguns clientes foram machucados com a queda da peça.

No entanto, uma universitária, Hannah Walker, acredita que a proibição é “surpreendente”, e que a instituição está perdendo seu tempo com a regra. “Pessoalmente, acho que ninguém vai levar a proibição a sério”, disse.

Uma porta-voz da universidade destacou que, embora a faculdade não tenha uma política de proibição durante as cerimônias de graduação, este e-mail diz respeito a um evento específico, em que o espaço é mais restrito. Ela complementa que os funcionários querem apenas “garantir que todo mundo tenha momentos agradáveis”.

Apesar de pouco usual, a proibição do ato não é algo inédito. Em 2008, A Universidade Anglia Ruskin, em Cambridge, baniu a prática alegando que os estudantes poderiam se ferir com os cantos dos chapéus.

No ano passado, uma turma inteira da Ridgewood High School, em Chicago, teve seus diplomas negados até que se desculpassem publicamente por desobedecerem a imposição.

A Universidade de Yale, em Connecticut, também engrossa a lista de exemplos: a instituição foi processada em 1984 após o registro de uma lesão.  

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Fonte: Terra
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