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Demi Moore reflete sobre IA no cinema: "batalha perdida"

Aos 63 anos, a estrela norte-americana retorna ao festival como jurada da Palma de Ouro e defende o uso consciente da tecnologia

13 mai 2026 - 17h12
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Aos 63 anos, a atriz Demi Moore roubou a cena ao surgir deslumbrante no tapete vermelho da 79ª edição do Festival de Cannes 2026, na França, nesta terça-feira (12). Apostando em um visual elegante e sofisticado para a noite de gala, a estrela norte-americana desembarcou na Riviera Francesa para acompanhar a prestigiada maratona de estreias e premiações que ocorre entre os dias 12 e 23 de maio. Nesta edição, Moore retorna ao evento com um papel de destaque, atuando como um dos nove membros do júri responsável por entregar a cobiçada Palma de Ouro no encerramento da competição.

Demi Moore
Demi Moore
Foto: Getty Images / Perfil Brasil

Demi Moore: Reflexão sobre IA

Para além do glamour, a atriz trouxe um debate urgente para o centro da indústria cinematográfica ao comentar sobre os avanços tecnológicos durante a abertura do evento.

Antes da cerimônia, Moore defendeu que o setor encontre maneiras de trabalhar com a inteligência artificial e se proteger dela, em vez de insistir em um confronto direto. Segundo a estrela, "A IA está aqui. Portanto, lutar contra ela é, de certa forma, lutar contra algo que é uma batalha que perderemos. Portanto, encontrar maneiras de trabalhar com ela é um caminho mais valioso a ser seguido". Questionada se a indústria está fazendo o suficiente para se proteger, Moore demonstrou ceticismo ao afirmar que "minha tendência seria dizer que provavelmente não".

Embora o Festival de Cannes não permita o uso de IA generativa em sua competição principal para preservar o que se qualifica como cinema tradicional, o tema domina as conversas entre os cineastas nesta edição. O júri deste ano é presidido pelo sul-coreano Park Chan-wook, o primeiro de sua nacionalidade a liderar o grupo, que refletiu sobre a expansão do centro da indústria global e o fortalecimento da Coreia como potência do setor. Park observou que "A Coreia não está mais na periferia da indústria cinematográfica global" e que "O próprio centro da indústria cinematográfica global se expandiu". Moore e os demais jurados terão o desafio de avaliar as 22 produções na disputa, em uma jornada que revelará o grande vencedor da Palma de Ouro e outras honrarias como o Grand Prix e o Prêmio do Júri.

Perfil Brasil
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