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É falso que vídeo mostra comemoração de políticos após inelegibilidade de Bolsonaro

6 jul 2023 - 18h09
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Um vídeo em que políticos cantam abraçados não foi gravado após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível por oito anos, em junho de 2023, como fazem crer publicações nas redes. Na realidade, as imagens mostram parlamentares comemorando a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial, em 30 de outubro de 2022.

Publicações com o conteúdo enganoso acumulavam 2 milhões de visualizações no TikTok e centenas de compartilhamentos no Facebook nesta quinta-feira (6).

Selo falso

Vídeo mostra congressistas comemorando inelegibilidade de Bolsonaro
Posts difundem vídeo de celebração de políticos em razão da vitória de Lula nas urnas em 2022, como se fosse comemoração pela inelegibilidade de Bolsonaro em junho de 2023
Posts difundem vídeo de celebração de políticos em razão da vitória de Lula nas urnas em 2022, como se fosse comemoração pela inelegibilidade de Bolsonaro em junho de 2023
Foto: Aos Fatos

Posts nas redes enganam ao fazer crer que um vídeo que mostra políticos abraçados e cantando tenha sido gravado após o TSE declarar o ex-presidente Bolsonaro inelegível por oito anos, no dia 30 de junho de 2023. O vídeo original foi publicado pelo então deputado Márcio Macêdo (PT), hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, em 30 de outubro de 2022, e mostra uma comemoração pelo resultado do segundo turno da eleição, na qual Lula foi eleito presidente pela terceira vez.

Além de Macêdo, também aparecem no vídeo o senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), o deputado André Janones (Avante-MG) e o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, que integravam o comitê de Lula e estavam concentrados em um hotel de São Paulo. Na ocasião, Randolfe também publicou um vídeo ao lado do prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Nas redes, Randolfe Rodrigues, André Janones e Juliano Medeiros celebraram de forma individual a inelegibilidade de Bolsonaro.

Referências:

1. Twitter (1, 2, 3, 4)

2. G1

3. Instagram

Aos Fatos
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