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Morre 8ª vítima do acidente envolvendo ônibus que caiu de viaduto no Rio

Jovem de 18 anos havia sofrido traumatismo craniano na colisão e estava internado no Hospital Getúlio Vargas desde o dia 2 de abril

15 abr 2013
12h29
atualizado às 12h32
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A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro confirmou nesta segunda-feira a morte da oitava vítima do acidente envolvendo um ônibus que caiu de um viaduto sobre a avenida Brasil, no dia 2 de abril. A vítima é um jovem de cerca de 18 anos, que não teve sua identidade revelada. Ele estava internado com traumatismo craniano desde o dia da tragédia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde morreu no último sábado. Além dos oito mortos, nove pessoas ficaram feridas.

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Ônibus despencou de viaduto sobre a avenida Brasil, na saída da Ilha do Governador
Foto: Luiz Roberto Lima / Futura Press

Uma mulher de cerca de 30 anos permanece internada em estado grave na UTI do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes. Ela sofreu diversas lesões na área do tórax e passou por cirurgia. Apesar da gravidade do caso, seu quadro é considerado estável.

Desgovernado, o ônibus que fazia a linha 328 da Paranapuan caiu do viaduto Brigadeiro Trompowski sobre a avenida Brasil, na saída do bairro da Ilha do Governador, por volta das 16h30 do dia 2 de abril. No inquérito, o delegado José Pedro da Costa pediu a prisão preventiva do motorista André Luiz Souza Oliveira, 33 anos, e do estudante de engenharia Rodrigo Santos Abreu, 25 anos, que, de acordo com a polícia, se envolveram numa briga que determinou a queda do ônibus.

A conclusão do inquérito é de que o ônibus não estava em alta velocidade na hora da queda. O veículo estava a 30 km/h quando rompeu a grade do viaduto. Antes, durante o percurso, chegou a atingir 80 km/h.

O Ministério Público do Rio de Janeiro, porém, considerou insuficiente o inquérito, que foi devolvido à Polícia Civil sob o argumento de que faltam detalhes técnicos no inquérito que possam embasar uma possível denúncia. O MP deu até 30 dias para que a polícia entregue novamente o inquérito, desta vez com documentação mais detalhada. Segundo o órgão, faltam informações como o exame de corpo de delito das vítimas.

Fonte: Terra
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