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Quatro mulheres integram equipe de transição de Bolsonaro

7 nov 2018 - 18h34
(atualizado às 19h04)
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Depois de críticas por equipe exclusivamente masculina, presidente eleito nomeia três militares e uma economista para transição. Grupo sofre primeira baixa com renúncia de empresário acusado em escândalo de "fake news".O presidente eleito Jair Bolsonaro indicou quatro mulheres para compor a equipe de transição de governo. Elas se unem ao grupo que já conta com 27 homens indicados.

Bolsonaro inidca quatro mulheres para equipe de transição
Bolsonaro inidca quatro mulheres para equipe de transição
Foto: DW / Deutsche Welle

Entre as nomeadas estão três militares: Silvia Nobre Waiãpi, tenente do Exército e primeira indígena a integrar as Forças Armadas; Márcia Amarílio da Cunha Silva, tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e especialista em seguranças pública; e Liane de Moura Fernandes Costa, ex-tenente do Exército, formada em engenharia ambiental e especialista em construções sustentáveis.

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Além delas, a economista Clarissa Costalonga e Gandour também integra a equipe. O novo governo não informou se as mulheres do grupo, que deve desenhar a composição dos ministérios na próxima gestão, terão cargos remunerados.

Bolsonaro rebateu críticas nesta quarta-feira (07/11) sobre a escolha dos integrantes da equipe de transição, anunciada há dois dias. Na lista inicial não havia nenhuma mulher. Em sua conta no Twitter, o ex-militar disse que não está preocupado "com cor, sexo ou sexualidade" de quem fará parte da sua equipe.

Os primeiros integrantes da equipe de transição foram anunciados na segunda-feira. O processo será coordenado por Onyx Lorenzoni, confirmado por Bolsonaro para chefiar a Casa Civil. Durante a transição, a maioria vai receber salários que variam entre 2.585 reais e 16.215 reais, enquanto cinco nomes foram designados sem remuneração.

Bolsonaro pode indicar até 50 pessoas para sua equipe de transição, que é responsável por colher informações do atual governo e planejar as ações do próximo. Até o fim desta semana, outros nomes devem ser agregados à lista.

Segundo Onyx, foram criados dez grupos temáticos para os trabalhos. São eles: desenvolvimento regional; ciência, tecnologia, inovação e comunicação; modernização do Estado; economia e comércio exterior; educação, cultura e esportes; Justiça, segurança e combate à corrupção; defesa; infraestrutura; produção sustentável, agricultura e meio ambiente; e saúde e assistência social.

Nesta quarta-feira, a equipe teve a primeira baixa, com a renúncia do empresário Marcos Aurélio Carvalho, um dos donos da agência AM4 Brasil Inteligência Digital - a empresa que mais forneceu serviços à campanha do capitão reformado e que estaria envolvida no esquema de disparos em massa de mensagens contrárias ao PT no WhatsApp, a fim de beneficiar a candidatura de Bolsonaro.

Ao anunciar a renúncia, Carvalho disse que participará do processo de forma voluntária e sem receber remuneração. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, ele teria um salário de quase 10 mil reais nesse período.

Confira a lista completa dos nomeados à equipe de transição até agora:

Onyx Lorenzoni

Paulo Roberto

Marcos César Pontes

Luciano Irineu de Castro Filho

Paulo Antônio Spencer Uebel

Augusto Heleno Ribeiro Pereira

Gustavo Bebianno Rocha

Arthur Bragança de Vasconcellos Weintraub

Gulliem Charles Bezerra Lemos

Eduardo Chaves Vieira

Roberto da Cunha Castello Branco

Luiz Tadeu Vilela Blumm

Carlos Von Doellinger

Bruno Eustáquio Castro de Carvalho

Sérgio Augusto de Queiroz

Antônio Flávio Testa

Carlos Alexandre Jorge da Costa

Paulo Roberto Nunes Guedes

Waldemar Gonçalves Ortunho Junior

Abraham Bragança Vasconcellos Weintraub

Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro

Ismael Nobre

Alexandre Xavier Ywata de Carvalho

Pablo Antônio Fernando Tatim dos Santos

Waldery Rodrigues Junior

Adolfo Sachsida

Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque

Silvia Nobre Waiãpi

Márcia Amarílio da Cunha Silva

Liane de Moura Fernandes Costa

Clarissa Costalonga e Gandour

CN/ots

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