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Política

Proposta de CPI que mira padre Júlio Lancellotti antecipa embate eleitoral na Câmara de SP

Após pedido de CPI contra pároco aliado de Guilherme Boulos ser protocolado, bancada do PSOL articula requerimento contra gestão Ricardo Nunes; gestão defende política para pessoas em situação de rua

5 jan 2024 - 14h40
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A proposta de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a atuação de ONGs que atendem dependentes químicos na Cracolândia, com foco no padre Júlio Lancellotti, antecipou o confronto eleitoral na Câmara de São Paulo, gerando uma disputa entre os apoiadores do prefeito e pré-candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), e os aliados do pré-candidato do PSOL à Prefeitura, o deputado Guilherme Boulos.

Em resposta à possível instalação da CPI das ONGs, a Bancada Feminista, mandato coletivo do PSOL na Câmara, trabalha para reunir as 19 assinaturas necessárias a fim de apresentar um pedido de abertura de CPI contra a gestão de Nunes. O objetivo da comissão será investigar o aumento da população em situação de rua e as ações da administração municipal voltadas a essa questão. O documento acusa a Prefeitura de promover "políticas hostis" contra essa população.

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  • O que diz a Prefeitura de São Paulo

    "A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Executiva de Projetos Estratégicos, informa que para atendimento a usuários de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade possui convênios nas áreas da Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social e Desenvolvimento Econômico e Trabalho. Ao todo, as redes de saúde e assistência social da capital contam com 1.486 vagas destinadas ao tratamento de dependentes químicos.

    Além dos serviços de abordagem e oferta de tratamento e acolhimento, realizados diariamente na região central da capital, há contratos com os vários serviços voltados a este público, como por exemplo os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), o Serviço Integrado de Acolhida Terapêutica, o Serviço de Cuidados Prolongados (SCP) e Unidades de Acolhimento (UA).

    São ofertadas também 1.000 vagas no Programa Operação Trabalho (POT Redenção), que oferece capacitação profissional e ajuda estas pessoas a recuperarem sua autonomia financeira e serem reinseridas na sociedade. Hoje já são mais de 450 beneficiários que deixaram a Cracolândia e foram inseridos no mercado de trabalho.

    A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), por meio do Serviço Especializado de Abordagem Social (SEAS) IV, realiza abordagens diárias na região da Cracolândia, oferecendo acolhimento e encaminhamentos aos serviços da rede socioassistencial.

    Durante as abordagens são ofertados encaminhamentos aos serviços da rede socioassistencial da Prefeitura, ao Poupatempo para resolução de questões documentais, e aos Serviços Integrados de Acolhida Terapêutica (SIAT), que integram o Programa Redenção, voltado para dependentes de drogas e álcool.

    A Organização da Sociedade Civil (OSC) que administra este serviço em parceria com a secretaria é a Associação Comunitária de São Mateus (ASCOM). A SMADS destaca ainda que não há parceria entre a pasta e a Pastoral do Povo de Rua de São Paulo.

    O prefeito Ricardo Nunes não interfere em decisões da Câmara, procurando manter de forma transparente a independência entre o Executivo e o Legislativo."

    Estadão
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