Script = https://s1.trrsf.com/update-1770239730/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Política

Operação mira fraude contra falso mandado de prisão de Lula e Moraes

Investigações apuram inserção de mandados de prisão falsos no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Poder Judiciário goiano

5 fev 2026 - 10h19
(atualizado às 10h29)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A Polícia Civil de Goiás deflagrou operação contra fraudes envolvendo mandados de prisão falsos inseridos nos sistemas do CNJ e do Judiciário goiano, com nomes de Lula e Alexandre de Moraes usados nos documentos fraudulentos.
O ministro Alexandre de Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ministro Alexandre de Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

RIO - A Polícia Civil de Goiás deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 5, uma operação para combater um esquema de fraudes em inserções de mandados de prisão nos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Poder Judiciário goiano. Entre os nomes utilizados na fraude estão o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

A operação foi deflagrada por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC) de Goiás, em ação integrada com o Núcleo de Inteligência do Tribunal de Justiça de Goiás e com a Polícia Civil de Minas Gerais, além do apoio operacional da Polícia Civil do Distrito Federal.

As investigações apuram a inserção de mandados de prisão falsos no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) e em processos digitais do PROJUDI do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), incluindo documentos fraudulentos que simulavam decisões judiciais.

Em janeiro deste ano, o CNJ identificou alterações indevidas em dados do BNMP. O órgão registrou a tentativa de expedição de mandado de prisão contra Lula e Moraes.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: Reprodução/TV Justiça

Moraes já havia sido alvo uma invasão hacker nos sistemas do órgão. Na ocasião, o hacker Walter Delgatti Neto expediu, a mando da então deputada Carla Zambelli (PL-SP), um mandado de prisão falso contra o ministro, assinado pelo próprio magistrado. Os dois foram condenados pelo caso pelo Supremo.

Estadão
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade