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Política

Líder do PL aciona Corregedoria contra deputada do PT que empurrou Nikolas Ferreira

Parlamentares do PL e do Novo pedem suspensão de Camila Jara após confusão em plenário; petista nega agressão

8 ago 2025 - 15h49
(atualizado às 16h03)
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Resumo
Líder do PL aciona a Corregedoria da Câmara pedindo a suspensão da deputada Camila Jara (PT-MS) por empurrão a Nikolas Ferreira (PL-MG) durante sessão; petista nega agressão e afirma reação a postura do colega.
Nikolas Ferreiras leva tombo na Câmara e reclama de deputada do PT: ‘Imagina se é o contrário?’:

O PL protocolou, nesta sexta-feira,8, uma representação por quebra de decoro parlamentar contra a deputada Camila Jara (PT-MS), pedindo a suspensão cautelar de seu mandato. O documento, endossado pelo partido Novo, foi entregue à Corregedoria da Câmara dos Deputados e será analisado nos próximos dias.

A iniciativa partiu do líder do PL na Casa, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), que classificou o registro de um  confusão no Plenário da Casa de Leis como uma "agressão covarde" contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), ocorrida durante uma sessão legislativa.

A peça foi assinada conjuntamente por parlamentares das duas legendas, que pedem apuração rigorosa e medidas disciplinares contra a deputada petista.

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante
O líder do PL, Sóstenes Cavalcante
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil / Perfil Brasil

O episódio em questão veio à tona por meio de um vídeo que circula nas redes sociais e mostra o momento em que o deputado Nikolas Ferreira leva um empurrão por trás e acaba no chão.

Logo em seguida, a deputada Camila Jara aparece rindo da situação. Segundo Sóstenes Cavalcante, as imagens comprovam um ato de violência física e zombaria, incompatíveis com a conduta esperada de um parlamentar.

“O vídeo mostra tudo: um golpe pelas costas, um deputado caído e uma deputada rindo. Isso não pode passar impune”, escreveu Cavalcante em suas redes sociais. “Violência não é argumento, e imunidade parlamentar não é salvo-conduto para agressão.”

A representação será analisada inicialmente pela Corregedoria da Câmara, que poderá arquivar o caso ou encaminhá-lo ao Conselho de Ética, onde podem ser aplicadas sanções como advertência, suspensão e até perda do mandato, dependendo da gravidade atribuída à conduta.

Nas redes sociais, a deputada Camila Jara (PT-MS) negou ter agredido o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Ela rebateu a acusação: “Eu não soquei as partes íntimas do deputado Nikolas. Ele tem que parar de mentir. O deputado em questão não deixava a gente se aproximar da mesa diretora. Consegui me posicionar ao lado do presidente Hugo. Ele travava o corpo e ficava nos empurrando, então eu também acabei empurrando ele”.

A deputada acrescentou que sua atitude foi motivada pelo que considerou uma postura injusta de Nikolas. “Quem me conhece sabe que eu não aceito injustiça.”

Fonte: Redação Terra
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