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Política

Em ato na Paulista, Caiado promete anistia a Bolsonaro e Zema critica quem se considera acima da lei

Governador de Goiás diz ter 'o mesmo objetivo' que Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, e do governador de Minas Gerais, também pré-candidatos à Presidência

1 mar 2026 - 16h45
(atualizado às 16h59)
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Governador de Goiás, Ronaldo Caiado enalteceu Jair Bolsonaro em discurso na Paulista
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado enalteceu Jair Bolsonaro em discurso na Paulista
Foto: Fábio Vieira/Estadão / Estadão

BRASÍLIA E SÃO PAULO - Em ato da direita na Paulista neste domingo, 1º, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), disse que muitos "não o conhecem", exaltou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e prometeu "anistia plena, geral e irrestrita" logo no primeiro dia de trabalho, seja ele, Flávio ou governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) eleito presidente. Os três são pré-candidatos à Presidência.

"Flávio Bolsonaro, saiba que ao meu lado o governador de Minas Gerais (Romeu Zema), estamos com o mesmo objetivo. Aquele que chegar lá, o primeiro ato será anistia plena, geral e irrestrita no 1.º de janeiro de 2027?, afirmou Caiado.

O governador de Goiás começou o discurso reconhecendo que nem todos os presentes na Avenida Paulista sabem quem ele é, mas novamente lembrou de um dos seus lemas de campanha - Goiás como referência no combate à criminalidade.

"Muitos não me conhecem, mas, como colocaram aqui, eu sou governador do Estado em que bandido não se cria", afirmou Caiado, em referência ao que foi dito pelo locutor da manifestação ao chamá-lo para discursar. Em seguida, o governador elogiou Bolsonaro.

"Estou na vida pública há muitos anos. Ninguém na história do Brasil, sem mandato, preso, consegue mobilizar a população brasileira igual Bolsonaro consegue neste País. Esse sim, homem que conseguiu levantar o Brasil e dizer em alto e bom som 'vamos caminhar pela liberdade e democracia plena'", disse.

Romeu Zema fez críticas a quem se 'considera acima das leis' em Brasília
Romeu Zema fez críticas a quem se 'considera acima das leis' em Brasília
Foto: Fábio Vieira/Estadão / Estadão

O goiano ainda não é dado como certo na disputa pelo Palácio do Planalto neste ano. O PSD, partido do governador, ainda está dividido entre outros dois nomes para saber quem estará nas urnas em outubro: o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o governador do Paraná, Ratinho Júnior.

Sem mencionar nomes, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, fez críticas indiretas "àqueles que estão lá em Brasília e se consideram acima de todas as leis".

"O Brasil não aguenta mais essa farra dos intocáveis, daqueles que estão lá em Brasília e se consideram acima de todas as leis", afirmou. "Nós não ficaremos passivos, quietos, assistindo. Não vamos permitir. O Brasil está indignado, inconformado com tudo isso que tem acontecido. Eles têm medo da nossa voz, e é por isso que estamos aqui hoje, e vamos continuar quantas vezes for necessário. Ninguém no Brasil é intocável."

Nos últimos dias, o ato foi convocado sobre o bordão genérico de "Acorda, Brasil", com foco em grudar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Supremo Tribunal Federal (STF) ao caso do Banco Master.

A oposição usa os desdobramentos do caso Master contra o STF e o governo federal. As fraudes do banco liquidado em novembro de 2025 pelo Banco Central vêm proporcionando desdobramentos que acertaram cheio a mais alta Corte do País. O Estadão mostrou a ligação de um empreendimento de familiares de Dias Toffoli com fundos ligados ao Master, enquanto o jornal O Globo revelou um contrato de R$ 129 milhões entre o banco e o escritório da esposa de Alexandre de Moraes, Viviane Barci.

Estadão
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