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Política

Advogados de Bolsonaro pedem a Moraes autorização para ligações com o ex-presidente

Para a defesa, a distância geográfica entre os advogados, baseados em São Paulo, e o ex-presidente, em Brasília, dificulta a comunicação

2 out 2025 - 12h30
(atualizado às 12h58)
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Resumo
Advogados de Jair Bolsonaro pediram ao STF autorização para contatos telefônicos com o ex-presidente e solicitaram a revogação de sua prisão domiciliar, argumentando prejuízos à defesa e ausência de denúncia inicial pela PGR.
Bolsonaro e seus advogados durante o interrogatório na ação penal que resultou em sua condenação pelo STF
Bolsonaro e seus advogados durante o interrogatório na ação penal que resultou em sua condenação pelo STF
Foto: Ton Molina/STF

Os advogados Celso Vilardi, Paulo Amador da Cunha Bueno e Daniel Tesser requisitaram ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para se comunicarem por telefone com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

Eles justificam o pedido alegando que, como têm escritórios em São Paulo e o ex-presidente cumpre prisão domiciliar em Brasília sem acesso a celular, a única forma de contato atual é a presencial, o que "torna moroso e oneroso o contato pessoal".

A defesa sustenta que essas restrições causam "limitação" e "prejuízos ao amplo direito de defesa", destacando a "necessidade de consultas frequentes a respeito do andamento processual e das estratégias de defesa".

Em paralelo, os criminalistas também pediram a revogação da prisão domiciliar de Bolsonaro, decretada durante a investigação sobre a tentativa de obstrução do julgamento da trama golpista, que levou à condenação do ex-presidente. A medida foi determinada por Moraes devido ao descumprimento, por parte de Bolsonaro, de restrições impostas pelo Supremo.

Na petição, eles argumentam que o ex-presidente não foi incluído na primeira denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o caso, o que, para a defesa, justificaria sua liberdade. O inquérito, no entanto, continua, e a PGR pode ainda investigá-lo.

A investigação teve início após articulações do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos EUA para sanções aos ministros do Supremo, e o ex-presidente é investigado por ter financiado o filho, bem como por ser o beneficiário das pressões sobre a Corte.

* Com informações do jornal O Estado de São Paulo.

Fonte: Portal Terra
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