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Política

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1º ministro do STF indicado por Bolsonaro, Nunes Marques assume presidência do TSE; relembre

Ministro toma posse nesta terça-feira, 12, às 19h

12 mai 2026 - 11h51
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RIO - O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), toma posse nesta terça-feira, 12, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e comandará a corte eleitoral durante a disputa pela Presidência da República em outubro.

Primeiro nome indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). durante a gestão bolsonarista do Planalto, Nunes Marques assume o TSE em um cenário de eleições polarizadas e a disseminação de desinformação no ambiente digital.

Trajetória de Nunes Marques

Natural de Teresina (PI), Nunes Marques tem 53 anos e integra o STF desde 2020, quando assumiu a vaga do ministro Celso de Mello. Antes de chegar à Suprema Corte, foi desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), além de ter atuado no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) e exercido a advocacia por aproximadamente 15 anos.

Como mostrou o Estadão, chegou ao Judiciário em 2008, nomeado por Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga no TRE-PI. Dois anos depois, foi reconduzido ao cargo. Se aproximou de José Sarney e de Romero Jucá, ambos do MDB, e acabou escolhido por Dilma Rousseff para uma vaga de desembargador do TRF-1, em Brasília, em 2011.

Quando chegou ao Supremo, indicado por Bolsonaro em 2020, Nunes Marques se descolou do ex-presidente, com quem já não mantinha contato antes mesmo da condenação e da prisão por tentativa de golpe. Ao mesmo tempo, aproximou-se de Lula quando o novo presidente tomou posse, em 2023.

Logo que tomou posse no STF, Nunes Marques demonstrava alinhamento maior aos planos de Bolsonaro. No primeiro mês como ministro, votou contra a reeleição de Rodrigo Maia à presidência da Câmara e colocou uma série de empecilhos para a vacinação obrigatória contra a covid-19.

Passou a aparentar descolamento do presidente que o escolheu para o cargo quando foi contrário à concessão de salvo-conduto a Bolsonaro para evitar sua prisão pela acusação de golpe de Estado.

Estadão
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