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Polícia

RJ: imagens mostram Amarildo após abordagem da PM na Rocinha

9 ago 2013 - 08h22
(atualizado às 08h23)
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1º de agosto - Manifestantes na capital paulista protestam contra o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza no Rio de Janeiro, o governador Geraldo Alckmin e pedindo a desmilitarização da polícia. Pessoas foram detidas no final do ato, na avenida Paulista, próximo à rua da Consolação, por picharem uma farmácia
1º de agosto - Manifestantes na capital paulista protestam contra o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza no Rio de Janeiro, o governador Geraldo Alckmin e pedindo a desmilitarização da polícia. Pessoas foram detidas no final do ato, na avenida Paulista, próximo à rua da Consolação, por picharem uma farmácia
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Uma câmera de monitoramento da favela da Rocinha, em frente a um dos postos da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) registraram o momento em que o pedreiro Amarildo de Souza deixou o prédio e foi colocado em uma viatura da Polícia Militar. As imagens, exibidas na edição do Bom Dia Brasil desta sexta-feira, seriam as últimas registradas antes do desaparecimento de Amarildo, no dia 14 de julho.

A câmera mostra uma mulher, sentada ao lado dos policiais, que seria Elizabeth Gomes da Silva, mulher de Amarildo. Quando um homem sem camisa, apontado pelos policiais como sendo o pedreiro, sai do prédio, a mulher corre em direção aos policiais. Amarildo então é colocado dentro de uma viatura na qual, segundo versão da PM, o levou para a sede da UPP. Como as câmeras da unidade não estavam funcionando, o trajeto não pode ser comprovado.

Sumiço

Amarildo sumiu no dia 14 de julho, após ser levado por policiais militares para a UPP, a fim de prestar esclarecimentos. O comandante da unidade, major Edson dos Santos, garantiu que o pedreiro deixou a base caminhando e depois não foi mais visto. O sumiço do pedreiro ganhou notoriedade depois de virar tema das manifestações de rua, no Rio e em outras capitais, com a frase "Cadê Amarildo?" estampada em faixas e cartazes.

A 15ª Delegacia de Polícia (Gávea), que está investigando o caso, informou que os policiais que detiveram o pedreiro informaram que o haviam confundido com um traficante e levado para averiguação, mas que, logo depois, ele foi liberado. Amarildo não foi mais visto desde então. Entretanto, a mulher do pedreiro disse que o marido nasceu e se criou na comunidade e que todos o conheciam, inclusive policiais da UPP. "A gente os conhecia, dávamos bom dia, boa tarde. Eles (policiais) sempre passavam na minha porta, viam meu marido."

Fonte: Terra
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