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MP-RJ acompanha buscas por corpo de Amarildo em aterro sanitário

8 ago 2013
21h07
atualizado às 21h09
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Os promotores de Justiça da Auditoria da Justiça Militar do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) Décio Alonso e Paulo Roberto Mello Cunha acompanharam nesta quinta-feira equipes da 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (8ª DPJM) e da Divisão de Homicídios (DH) nas buscas pelo corpo do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, no aterro sanitário de Seropédica, na região metropolitana do Rio. Os trabalhos começaram às 8h e devem se estender até o fim da semana.

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“A busca de hoje é resultado de uma medida cautelar deferida pela Auditoria da Justiça Militar estadual no inquérito policial militar da 8ª DPJM, que cuida de todas as Unidades de Polícia Pacificadora. Este é um esforço conjunto do MPRJ e da Polícia Militar para solucionar o caso”, disse o promotor Décio Alonso sobre o desaparecimento de Amarildo, visto pela última vez no dia 14 de julho.

Ainda segundo Décio, as promotorias de Auditoria da Justiça Militar do MP-RJ abordam o caso com base nas condutas de organização de grupo para a prática de violência e desaparecimento forçado, enquanto a DH trabalha com a hipótese de homicídio.

O promotor destacou ainda que a notícia da ação do MP-RJ já proporcionou a apresentação espontânea de possíveis testemunhas oculares do desaparecimento, que estão sendo ouvidas pelo promotor Paulo Roberto no Ministério Público.

O desaparecimento de Amarildo
Amarildo sumiu no dia 14 de julho, após ser levado por policiais militares para a UPP, a fim de prestar esclarecimentos. O comandante da unidade, major Edson dos Santos, afirmou que o pedreiro deixou a base caminhando e depois não foi mais visto. O sumiço do pedreiro ganhou notoriedade depois de virar tema das manifestações de rua, no Rio e em outras capitais, com a frase "Cadê Amarildo?" estampada em faixas e cartazes.

Fonte: Terra
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