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Polícia

Peritos analisam local onde argentina morreu eletrocutada no RS

8 jan 2013 - 10h58
(atualizado às 12h20)
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Peritos iniciaram na manhã desta terça-feira trabalhos para identificar as causas da morte da argentina Norma Adriana Gonzales, 47 anos, que morreu eletrocutada durante a forte chuva que atingiu Porto Alegre na noite de segunda. Os especialistas começaram a fazer medições para identificar fugas de energia na calçada e em equipamentos do prédio onde a turista passava uma temporada no Brasil. 

Entulho ficou acumulado em boca de lobo perto do local onde argentina morreu
Entulho ficou acumulado em boca de lobo perto do local onde argentina morreu
Foto: Fernando Diniz / Terra

Até por volta das 11h, os peritos não haviam encontrado pontos energizados na calçada onde a vítima foi atingida pelo choque. A turista chegou de táxi ao prédio na companhia da amiga Anelise Figueiredo, em cujo apartamento estava hospedada havia cinco meses. Segundo relatos da testemunha, as duas desceram do outro lado da rua, já que o motorista preferiu não colocar o carro dentro d'água. Ao chegar à calçada, Norma tomou o choque e caiu próxima a um dos portões eletrônicos do condomínio.

"Pelas imagens (de câmeras de segurança), quando ela chegou neste canto aqui (perto do portão), ela tomou um choque e caiu. Dava para ver nas imagens que as pessoas que tentavam socorrer estavam levando choques", disse o delegado Carlos Miguel Locks Xavier, que investiga a morte. "Agora  os peritos estão fazendo a medição de equipamentos elétricos para ver onde pode ter ocorrido a fuga de energia", ressaltou.

A avenida Andaraí, no bairro Passo d'Areia, local da morte da argentina, ficou bastante alagada com as chuvas da segunda-feira. As bocas de lobo ficaram tomadas de galhos e lixo. Para o delegado, a areia vinda de obras de prédios em volta pode ter agravado a inundação. "Tem uma obra ali e provavelmente os esgotos estejam com terra. A avenida é toda uma descida, os galhos que foram caindo foram trazidos até a boca de lobo", disse.

Segundo o Consulado Geral da Argentina em Porto Alegre a família de Norma deve ser notificada sobre a morte, bem como as autoridades argentinas. Norma estava prestes a voltar para o seu país, já que o visto de turista expirava em um mês. O corpo da argentina passou pela necropsia, mas nenhum familiar compareceu ainda para a retirada do corpo.

Fonte: Terra
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