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Polícia

Mãe de Joaquim presta segundo depoimento à polícia

Após ter ouvido o padrasto do garoto na tarde de ontem, Polícia Civil tenta cruzar informações em busca de novas pistas sobre a morte do garoto

14 nov 2013 - 16h07
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14 de novembro -
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Foto: Alfredo Risk / Futura Press

A psicóloga Natália Mingoni Ponte, 29 anos, presta na tarde desta quinta-feira o segundo depoimento à Polícia Civil de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, desde que foi presa provisoriamente - por até 30 dias - na tarde do último domingo. Suspeita de participação na morte do filho, Joaquim Ponte Marques, 3 anos, ela terá o seu depoimento confrontado com o do técnico em informática Guilherme Rayme Longo, 28 anos, seu atual marido e padrasto do garoto. Ele, que também está preso temporariamente,  é igualmente investigado por participação na morte do garoto.

De acordo com o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, em um primeiro momento está descartada uma acareação entre os dois e o depoimento dela é justamente para confrontar algumas inconsistências entre as duas falas. "Temos algumas informações nos dois depoimentos que são contraditórias. Queremos ouvi-la justamente para tirar algumas dúvidas", disse ele.

Natália, que está presa em Franca, no interior de São Paulo, chegou à Delegacia de Investigações Gerais por volta de meio-dia para seu ouvida. O seu pai também compareceu à delegacia para ver a filha.

A Polícia Civil também irá chamar para prestar depoimento um pescador que afirma ter visto um homem atirar, de cima de uma ponte em Ribeirão Preto, algo embrulhado em um lençol branco. Ele foi localizado nesta tarde, mas o seu depoimento ainda não foi agendado.

Desaparecimento

O corpo de Joaquim foi encontrado no último domingo, nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto - cidade onde o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil. A causa da morte, porém, ainda não foi confirmada.

Desde os primeiros dias do desaparecimento, as buscas foram concentradas na região do córrego Tanquinho e no rio Pardo, onde o córrego deságua. Na quarta-feira, um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto.

A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. No domingo, porém, a Justiça concedeu um pedido de prisão temporária dos dois, válido por 30 dias. O menino vivia com a mãe, o padrasto e o irmão, Vitor Hugo.

No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez.

Fonte: Terra
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