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Polícia

Corrigido, débito de Romário com empresa chega a R$ 7,5 mi

29 jul 2009 - 02h53
(atualizado às 02h54)
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Mais uma dívida milionária do ex-jogador Romário veio à tona nessa quarta-feira no leilão da sua cobertura no Condomínio Golden Green, no bairro da Barra, no Rio de Janeiro. A empresa Koncretize Projetos e Obras Ltda cobra do ex-craque mais de R$ 7,5 milhões em processo movido desde 2001 por obras realizadas e não pagas no Café do Gol - antiga boate do ex-craque. No pregão, ninguém apresentou a oferta mínima de R$ 8,9 milhões pelo apartamento, e novo leilão foi marcado para o dia 12 de agosto com deságio de 50%.

O processo sobre a dívida com a empresa de construção está na 32ª Vara Cível de Jacarepaguá. Em outubro de 2003, a sentença da juíza Sonia de Fatima Dias determinou que Romário devia R$ 3.190.000 à Koncretize. Como o ex-craque não quitou o débito, o valor foi sendo corrigido mensalmente e hoje chega a exatos R$ 7.597.206,69, segundo ofício enviado em 22 de julho pelo advogado da empresa, Carlos Florian, à 5ª Vara Cível da Barra.

"Caso a venda do apartamento de Romário e a penhora dos carros (Ferrari, Porshe, BMW e uma motocicleta) não sejam suficientes (para pagar as dívidas), poderemos ir atrás de outros bens", afirmou a juíza Adriana Angeli.

Por enquanto, o dinheiro da venda da cobertura está destinado a pagar - nesta ordem - o IPTU atrasado, a Receita Federal, a Koncretize, o condomínio atrasado e aos vizinhos que entraram com ação contra Romário.

Em 2003, vazamento no apartamento do ex-craque causou problemas no imóvel de baixo, como infiltração no teto e manchas no piso. "Já esperávamos que a cobertura não fosse vendida, geralmente no primeiro encontro ninguém aparece", afirmou o leiloeiro, Jonas Rymer.

Com a nova dívida de Romário, já chegam a mais de R$ 16 milhões as pendências financeiras do ex-jogador. Além dos R$ 7,5 milhões devidos à Koncretize, o ex-craque é cobrado em R$ 5,5 milhões pelos ex-vizinhos; R$ 1,6 milhão pela Receita Federal; quase R$ 800 mil com IPTU; mais de R$ 600 mil com o ex-técnico da Seleção Zagallo; além de dívidas com ações trabalhistas, IPVA e pensão alimentícia.

Condenado por cheques sem fundosAté pequenos pagamentos Romário deixou de fazer nos últimos anos. Em 2007, o ex-jogador foi condenado pelo juiz Mario Olinto Cunha Filho, da 2ª Vara Cível da Barra, a pagar indenização de R$ 3.759,19 ao técnico de som Bruno Lima Freire. Ele teria recebido cheques sem fundos como pagamento de um serviço no Café do Gol. A defesa do ex-jogador recorreu.

Na época, ficou acertado que o serviço deveria ser pago parte em dinheiro e parte em cheques. Bruno diz que recebeu dois cheques - um de R$ 900 e outro de R$ 600 - sem fundos.

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