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Polícia

Como drone ajudou na prisão do bicheiro Adilsinho enquanto ele fazia exercícios

Homem é apontado como mandante de diversos homicídios

26 fev 2026 - 18h24
(atualizado às 18h29)
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Veja o momento da prisão de Adilsinho, um dos maiores bicheiros do RJ, durante operação policial:

O bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, foi preso na manhã desta quinta-feira, 26, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. A captura contou com o uso de imagens de drone, que auxiliaram as equipes na localização do acusado.

No momento da abordagem Adilsinho estava à beira da piscina de um imóvel, onde fazia exercícios físicos. Ele estava acompanhado do policial militar Diego D’arribada Rebello de Lima, que atuava como segurança particular e também foi preso.

Adilsinho foi capturado em Cabo Frio, na região dos Lagos do Rio de Janeiro
Adilsinho foi capturado em Cabo Frio, na região dos Lagos do Rio de Janeiro
Foto: Divulgação/PCERJ

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o contraventor estava foragido da Justiça Federal e também era alvo de mandado expedido pela Justiça Estadual. Ele é apontado como mandante de diversos homicídios.

Procurada pelo Terra, defesa de Adilsinho afirmou que as imagens evidenciam que a prisão ocorreu com "absoluta tranquilidade". Para Ricardo Braga, advogado do acusado, tal fato "desconstrói a narrativa de periculosidade atribuída ao empresário".

"A defesa reafirma, por fim, que o empresário confia na justiça e demonstrará sua inocência quanto a todos os fatos que lhe são injustamente imputados".

Adilsinho integra a cúpula do jogo do bicho no Estado do Rio de Janeiro e, conforme as investigações, é considerado o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no território fluminense. A atividade, segundo a polícia, estaria ligada a organizações armadas com atuação transnacional, marcada por violência e controle de áreas.

Reportagem do Estadão mostrou ainda que o nome do contraventor aparece em relatórios da Polícia Federal sobre movimentações financeiras associadas ao chamado "sistema financeiro paralelo" do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Fonte: Portal Terra
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