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Patrono do Salgueiro e apontado como chefe da máfia dos cigarros: Quem é Adilsinho?

Ele também é apontado como controlador de parte do jogo do bicho em uma área importante da Região Metropolitana do Rio

2 abr 2024 - 08h36
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Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, é apontado em investigações como um dos principais responsáveis pela máfia do monopólio dos cigarros ilegais no estado do Rio de Janeiro.

Adilsinho é apontado como um dos principais responsáveis pela máfia do monopólio dos cigarros ilegais
Adilsinho é apontado como um dos principais responsáveis pela máfia do monopólio dos cigarros ilegais
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

Matéria veiculada no RJ2 desta segunda-feira (1º) mostrou que o grupo criminoso tem crescido e já controla ao menos 45 dos 92 municípios do estado.

Adilsinho também está associado a:

  • Escolas de samba;
  • Clube de futebol;
  • Festa luxuosa no Copacabana Palace.

Adilsinho é apontado como controlador de parte do jogo do bicho em uma área importante da Região Metropolitana do Rio.

Patrono do Salgueiro

No mundo da contravenção, Adilsinho defende a criação de uma "nova cúpula" do jogo do bicho. Assim como os antigos bicheiros, quer uma escola de samba pra chamar de sua. No mês passado, ele assumiu a presidência de honra do Salgueiro.

Um diálogo interceptado pela polícia indica, segundo investigados, o poder de Adilsinho no mundo do bicho e sua influência no negócio dos cigarros ilegais.

"Jogo de bicho, contravenção é família. É máfia. Maior máfia do Brasil. Não entra ninguém de fora", diz um dos homens apontado como comparsa do grupo.

Máfia dos cigarros

Investigações da Polícia Civil e Federal apontam Adilsinho como homem por trás do monopólio da venda de cigarro ilegal no Rio.

Os detalhes de como age a quadrilha da qual ele foi acusado de chefiar foram revelados por duas investigações recentes - do Gaeco, órgão do Ministério Público do Rio, e da Polícia Federal.

Nas operações "Smoke Free", de novembro de 2022, e "Fumus", em junho de 2021, quase 70 mandados de prisão foram expedidos pela Justiça. Entre os alvos, estavam Adilsinho e Cláudio Coutinho de Oliveira.

Perfil Brasil
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