RJ: 'musa' dos Black Blocs critica Veja e questiona fama de 'sex symbol'
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Para a manifestante, a fama repentina junto com sua foto espalhada, inclusive, em outdoors pelo País pode, no final, acabar sendo considerada "um favor"
Foto: Daniel Ramalho / Terra
A jovem Emma, sem maiores detalhes de sua vida pessoal, é uma manifestante de 25 anos, do Rio de Janeiro, que virou o rosto da capa da revista Veja para ilustrar uma extensa reportagem acerca dos Black Blocs
Foto: Daniel Ramalho / Terra
O repórter fotográfico Daniel Ramalho foi "aprovado" e teve acesso ao encontro marcado e gravado para que Emma apresentasse sua fúria, recheada de argumentos, para com o seu perfil publicado pela Veja
Foto: Daniel Ramalho / Terra
No universo negro, sem trocadilhos, dos Black Blocs, ela surgiu como representante nas redes sociais da ala feminista do grupo que tem tomado à dianteira das manifestações em todo o País
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Sorridente, ela disse não entender o fato de que seus olhos claros, esverdeados, possam ter o poder de torná-la uma espécie de sex symbol das manifestações
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Para a manifestante, a fama repentina junto com sua foto espalhada, inclusive, em outdoors pelo País pode, no final, acabar sendo considerada "um favor"