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'Estão em estado de choque', diz defesa de funcionários presos por morte de jovem após salto sem corda em SP

Advogado dos três homens presos afirmou que eles não conseguem explicar o que aconteceu no momento do acidente

15 jun 2026 - 14h26
(atualizado às 15h32)
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Mulher morre após ser jogada sem cordas durante salto de rope jump no interior de SP
Mulher morre após ser jogada sem cordas durante salto de rope jump no interior de SP
Foto: Reprodução/Instagram

O advogado dos três funcionários presos da empresa responsável pelo salto sem cordas de proteção que matou a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em Limeira, no interior de São Paulo, afirmou que os instrutores estão em estado de choque e não conseguem explicar o que aconteceu no momento do acidente.

"Eles estão em estado de choque, não conseguem explicar o ocorrido, porque já estão há anos fazendo isso. Nunca teve nenhum evento semelhante. Essa foi a primeira vez que aconteceu", afirmou o advogado Rafael Gomes dos Santos à TV Globo.

Os suspeitos presos são os que ergueram e lançaram a jovem da ponte. Eles já prestaram depoimento à Polícia Civil. Nos depoimentos, obtidos pela emissora, os funcionários afirmaram não se lembrar de quem era a responsabilidade pela instalação e checagem da corda de segurança antes do salto. A empresa cobrava R$ 180 pelo salto de rope jumping.

"Às vezes a gente, tipo assim, não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso", disse Luís Felipe Feliciano Egoroff. Segundo ele, não havia uma divisão fixa de funções durante os saltos e a conferência dos equipamentos era realizada de maneira compartilhada.

Presos por morte de jovem em rope jumping não sabem explicar por que ela foi jogada sem corda, diz delegada:

Outro funcionário preso, Maicon Fernandes Cintra, assim como Egoroff, declarou que não se recordava de ter feito a conferência do equipamento da jovem. Ele disse que participava do processo de checagem antes dos saltos.

O caso está sendo investigado pela polícia como homicídio com dolo eventual - quando se assume o risco de causar a morte, mesmo sem a intenção. *(Com informações do Estadão Conteúdo).

Fonte: Portal Terra
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